Search result for: fogo fogo

“Nordic Wood” de Caroline Lethô com tratamento audiovisual

Petite Douceur assina colagem caseira em ilustração de faixas carimbadas pelo Rimas e Batidas.

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GROGNation: “Sabemos que estamos Na Via para chegar onde queremos”

Os GROGNation sobem ao palco do Musicbox já no sábado, dia 23 de janeiro, para apresentarem Na Via em Lisboa pela primeira vez. Para antecipar a ocasião, o Rimas e Batidas esteve à conversa com o grupo de Mem Martins para desvendar alguns dos segredos da identidade que define este colectivo.

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7 Dias, 7 Vídeos

Uma semana de novidades audiovisuais nos terrenos do hip hop pela mão de Gonçalo Oliveira.

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Allen Halloween escolhe uma banda sonora alternativa para o Natal

Híbrido é um dos mais importantes registos de 2015. E Allen Halloween não tem sido propriamente o enigma mais fácil de desvendar. Ao Rimas e Batidas ofereceu algumas pistas sob a forma de listas de vídeos de temas que o marcaram e inspiraram. Prenda de natal para fãs mais dedicados.

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7 Dias, 7 Vídeos

Uma semana de novidades audiovisuais nos terrenos do hip hop pela mão de Gonçalo Oliveira.

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Sons & Visões (com batida) VIII

Oitavo e último capítulo de uma história videomusical do hip hop assinada por João Pedro da Costa.

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Postais de Londres: Silvestre

É um produtor que se alinha com a cena techno-experimental e que também se aventura pelos beats hip hop. Silvestre deixou a Parede há quase dois anos e encontrou em Londres as oportunidades que procurava para explanar as suas criações nas pistas-de-dança. Este é o primeiro de uma série de postais de artistas portugueses que dão cartas nos clubes do Reino Unido.

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O booklet de T&C/AVNP&NMTC de NERVE

Encerramos a semana em que NERVE foi o editor honorário do Rimas e Batidas com a partilha de todas as letras e informações autorais do último trabalho de NERVE.

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House: A História IV

A quarta parte da publicação periódica no Rimas e Batidas dos capítulos do livro “House – A História” assinado por Rui Miguel Abreu e editado em 2006.

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Hip hop: do Bronx para o mundo

Como qualquer outra cultura, o hip hop não nasceu, foi nascendo. Mas há algumas datas importantes que os historiadores hoje destacam como momentos fundadores de uma cultura que é hoje global. E uma delas foi a 11 de Agosto de 1973, quando Kool Herc promoveu uma festa em que pela primeira vez alinhou os breaks que incendiaram os B-Boys. Um ano mais tarde Bambaataa daria um nome ao que se passava nas ruas. Neste dia de aniversário, recuperamos aqui um texto de 2006 de Rui Miguel Abreu que se foca na origem desta cultura de rimas, de batidas, de breaks e de scratches. Parabéns, hip hop!

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