Entrevistas

The Boom Bap EP de Drope Beats em estreia com carimbo ReB

O hip hop português deu-lhe o impulso e a inspiração e agora procura um lugar no cada vez mais complexo mapa hip hop nacional. Drope Beats é o beatmaker português que está a fazer barulho na Suiça e que estreia The Boom Bap EP com selo Rimas e Batidas.

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Raposa: beats, sampling e o fascínio pelos 60s e 70s

MC alentejano Suarez deixa o microfone de lado para a sua mais recente aventura e assume o legado boom bap numa beat tape que leva o título de Homemaderecycle. Em conversa com o Rimas e Batidas reflecte sobre a nova faceta e apresenta dois exclusivos que não entraram na sua mais recente compilação.

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Carlão: “Nunca deixei de olhar para mim como um puto”

Depois de se apresentar em força no Sudoeste e antes de rumar de armas e bagagens aos festivais Bons Sons e Sol da Caparica, fazemos um balanço com o homem que carrega 40 nos ombros e na voz.

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Adrian Younge: “Sinto que Twelve Reasons to Die caminha para uma trilogia”

É um dos produtores e compositores nos terrenos do hip hop mais requisitados dos últimos meses: Adrian Younge resgatou para o género uma aura neo-soul que tem deixado marca nas produções em que deixa impressões digitais. A última foi a sequela Twelve Reasons to Die II, álbum cinematográfico que assinou com Ghostface Killah. Numa conversa com Ricardo Miguel Vieira abordou a produção deste último disco, o cinema enquanto elemento influenciador do hip hop e as composições em objectos estritamente analógicos que configuram a sua identidade.

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Run The Jewels: “O rap é para os famintos”

Vieram, viram e venceram. A dupla Run The Jewels tomou o Porto de assalto com um set arrasador no NOS Primavera Sound. Antes de subirem ao palco, dissertaram com Rui Miguel Abreu sobre importantes assuntos. Como Meow The Jewels, barbeiros e gatos rappers.

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Kristóman: “Quero que Remédio Santo seja o remédio para muitos”

O membro do colectivo Tribruto anunciou esta semana que vai editar o seu primeiro disco a solo em 2016. Ricardo Miguel Vieira trocou umas palavras com o rapper algarvio sobre o que está para vir em Remédio Santo.

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Michael Rother: era uma vez o Krautrock

Michael Rother é uma figura-chave da música mais exploratória da década de 70: integrou brevemente os Kraftwerk, formou os Neu! e os Harmonia com músicos dos Cluster, colaborou com Brian Eno e quase entrou em “Heroes” de David Bowie. São essas as credenciais que pretende apresentar ainda este mês nos palcos do Milhões de Festa e da galeria ZdB, a 25 e 27, respectivamente. Antes, porém, conversou longamente com Rui Miguel Abreu sobre uma coisa que nunca existiu chamada krautrock.

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Cakes Da Killa: “A minha música muda consoante o meu humor, mas é sempre rap”

O rapper de Nova Jersey passou por Portugal para apresentar o seu último EP, #IMF. A Bruno Martins falou sobre o seu início de carreira no hip hop, a produção de um álbum e o rótulo queer rap que lhe associam.

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O “processo de fermentação de grooves” de Roots Manuva

Este pode ser um ano frutífero para o mais reconhecido rapper britânico: lançou há poucos meses o EP Facety 2:11 – com produções de Four Tet e Machinedrum – e aponta para o lançamento de um novo álbum. Em conversa com Alex King, o MC de Brixton revê a constante batalha para acompanhar os tempos e o trabalho com alguns dos produtores mais reputados do momento.

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Halloween: “O meu maior medo? Tenho medo de Deus”

Com Projecto Mary Witch e A Árvore Kriminal, enformou-se um mito em torno de Allen Halloween. Na companhia dos seus Kriminals, lançou autênticos álbuns fotográficos sonoros sobre as ruas e tornou-se num dos mais impressionantes rappers underground em Portugal. De tal modo que os quatro anos até à edição de Híbrido foram recheados de rumores quanto à data de lançamento deste que é o seu terceiro álbum. A espera foi longa, mas valeu a travessia. A Bruno Martins, a “bruxa” concedeu a primeira entrevista sobre o seu regresso aos discos.

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