Entrevistas

Postais de Londres: Violet

Aos 11 anos de idade já só queria sair à noite para escutar a dance music que ecoava em Alcântara. Pelo meio também se embrenhou pelas rimas. Hoje é um do expoentes do Portuguese Dance Music, designação que faz questão de empregar quando se fala da música electrónica que se produz no nosso país. Violet na primeira pessoa em vésperas de inaugurar a Rádio Quântica com Photonz.

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Postais de Londres: Silvestre

É um produtor que se alinha com a cena techno-experimental e que também se aventura pelos beats hip hop. Silvestre deixou a Parede há quase dois anos e encontrou em Londres as oportunidades que procurava para explanar as suas criações nas pistas-de-dança. Este é o primeiro de uma série de postais de artistas portugueses que dão cartas nos clubes do Reino Unido.

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Beware Jack: “Não sou só papel, rima e flow – tenho mais música em mim”

Rapper, intérprete e letrista. Beware Jack é dos tais artistas no movimento hip hop tuga que não lembra nenhum outro ao ouvi-lo. O Rimas e Batidas foi, por isso mesmo, ao seu encalço para uma conversa descontraída, com o sol escaldante da capital no horizonte, sobre as primeiras rimas, os álbuns colaborativo com Blasph e Sam The Kid e o disco a solo que está a geminar.

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RBTV: O mundo de Batida(s) de Pedro Coquenão – Parte IV

Deixámos para a última parte um dos temas mais sensíveis para Pedro Coquenão: o activismo. Principalmente pelo momento social que se vive, no presente, em Luanda com a detenção ilegal, há mais de cem dias, de 15 activistas angolanos – entre os quais o do amigo Luaty Beirão, aka Ikonoklasta.

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RBTV: O mundo de Batida(s) de Pedro Coquenão – Parte III

O som de Lisboa e o passado do hip hop e a arte do sampling. Um debate sobre música com um músico de múltiplas influências e referências. A penúltima parte da entrevista do Rimas e Batidas a Pedro Coquenão.

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DJ Firmeza: “Tenho de mostrar que valeu a pena ensinarem-me a produzir”

É um “filho dos DJs di Ghetto” e uma espécie de herdeiro da batida que Nervoso introduziu à Quinta do Mocho e que Marfox transportou para o resto do mundo. A Alma do Meu Pai, lançado esta semana com carimbo Príncipe Discos, é o EP de estreia a solo do jovem DJ e produtor que quer “conquistar o mundo”. O Rimas e Batidas encontrou-se com DJ Firmeza em Londres numa noite em que actuou em representação da editora. E de Lisboa. E de Portugal.

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RBTV: O mundo de Batida(s) de Pedro Coquenão – Parte II

A rádio como “despertador” da personalidade musical de Pedro Coquenão. O artista aprofunda também outras influências na criação de Batida: as pessoas e os lugares – da Amadora à África do Sul, com óbvias paragens em Luanda – que ajudam numa possível definição de tudo o que vai criando na sua garagem da Ajuda.

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RBTV: O mundo de Batida(s) de Pedro Coquenão – Parte I

Este é o primeiro de quatro capítulos dedicados à música e às ideias de Pedro Coquenão. Nesta primeira parte, o músico convida-nos a entrar e a conhecer o espaço-casa dos seus sons, composições e memórias – tanto as físicas como as dos afectos.

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Steve Moore: em discurso directo sobre Cub e Shape Shift dos Zombi

No momento em que apresenta o novo álbum dos Zombi e a sua banda sonora para um dos mais arrepiantes filmes dos últimos tempos, Steve Moore fala ao Rimas e Batidas sobre heróis, sintetizadores e levar os Goblin a jantar no Denny’s.

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Prodígio: Angola, Prodígios e a Força Suprema

Depois de uma longa tour de apresentação em Angola, Prodígios está agora a rodar por Portugal. Ricardo Miguel Vieira encontrou-se com Prodígio na Steasy, loja de streetwear no Cacém que conta com o apoio do MC e que vai comercializar a marca Força Suprema, para um balanço sobre a recepção ao álbum e projectos futuros com assinatura FS.

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