Entrevistas

RBTV: O mundo de Batida(s) de Pedro Coquenão – Parte III

O som de Lisboa e o passado do hip hop e a arte do sampling. Um debate sobre música com um músico de múltiplas influências e referências. A penúltima parte da entrevista do Rimas e Batidas a Pedro Coquenão.

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DJ Firmeza: “Tenho de mostrar que valeu a pena ensinarem-me a produzir”

É um “filho dos DJs di Ghetto” e uma espécie de herdeiro da batida que Nervoso introduziu à Quinta do Mocho e que Marfox transportou para o resto do mundo. A Alma do Meu Pai, lançado esta semana com carimbo Príncipe Discos, é o EP de estreia a solo do jovem DJ e produtor que quer “conquistar o mundo”. O Rimas e Batidas encontrou-se com DJ Firmeza em Londres numa noite em que actuou em representação da editora. E de Lisboa. E de Portugal.

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RBTV: O mundo de Batida(s) de Pedro Coquenão – Parte II

A rádio como “despertador” da personalidade musical de Pedro Coquenão. O artista aprofunda também outras influências na criação de Batida: as pessoas e os lugares – da Amadora à África do Sul, com óbvias paragens em Luanda – que ajudam numa possível definição de tudo o que vai criando na sua garagem da Ajuda.

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RBTV: O mundo de Batida(s) de Pedro Coquenão – Parte I

Este é o primeiro de quatro capítulos dedicados à música e às ideias de Pedro Coquenão. Nesta primeira parte, o músico convida-nos a entrar e a conhecer o espaço-casa dos seus sons, composições e memórias – tanto as físicas como as dos afectos.

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Steve Moore: em discurso directo sobre Cub e Shape Shift dos Zombi

No momento em que apresenta o novo álbum dos Zombi e a sua banda sonora para um dos mais arrepiantes filmes dos últimos tempos, Steve Moore fala ao Rimas e Batidas sobre heróis, sintetizadores e levar os Goblin a jantar no Denny’s.

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Prodígio: Angola, Prodígios e a Força Suprema

Depois de uma longa tour de apresentação em Angola, Prodígios está agora a rodar por Portugal. Ricardo Miguel Vieira encontrou-se com Prodígio na Steasy, loja de streetwear no Cacém que conta com o apoio do MC e que vai comercializar a marca Força Suprema, para um balanço sobre a recepção ao álbum e projectos futuros com assinatura FS.

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NERVE: “Tenho urgência em expressar ideias sobre mim”

“Trabalho & Conhaque” ou “A Vida Não Presta & Ninguém Merece a Tua Confiança” é a materialização das reflexões de NERVE ao longo de quase uma década, o tempo que o projecto esteve apenas e só no papel. É, por isso, o espelho da evolução pessoal e criativa de um rapper, de uma pessoa: a personificação cómica de ENPTO deu lugar ao rapaz nervoso e às preocupações com o dia-a-dia, com a vida. Uma conversa com Ricardo Miguel Vieira sobre um disco-jornada de um indivíduo rumo ao equilíbrio das forças interiores.

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Branko: “Não consigo distanciar-me da ideia de querer complicar a vida das pessoas”

Atlas é o nome primeiro disco a sério de Branko. E é um trabalho sério que aqui está: cinco estúdios, cinco cidades, cinco pólos de cultura de música em três continentes e mais de 20 convidados a dar corpo ao álbum. João Barbosa é um produtor consistente nesta ideia de baralhar todas as premissas de conforto que podem estar associadas à tarefa de criar batidas. Foi em Lisboa, a sua eterna cidade que serve de amplificador para o resto do mundo, na discoteca Lux – considerada uma segunda casa deste agitador cultural – que nos sentámos à conversa com Branko.

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Miguel Ângelo Fernandes: “O Lisb-On ambiciona retratar Lisboa como cidade moderna e com hype”

O Lisb-On apresenta-se no Parque Eduardo VII, em Lisboa, a 5 e 6 de Setembro. O Rimas e Batidas trocou umas breves palavras com o homem por trás do Jardim Sonoro que vai acolher nomes da cena electrónica internacional como Todd Terje, Jazzanova e Nicolas Jaar.

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Sequin: uma mulher e os seus sintetizadores no Festival Rimas e Batidas

Ana Miró apresenta-se no Festival Rimas e Batidas na quinta-feira, dia com um alinhamento exclusivamente feminino. Numa curta conversa de antecipação do evento com Rui Miguel Abreu, a artista abordou as produções electro-pop, o lugar das mulheres no alinhamento dos festivais e o que esperar da actuação no S. Jorge.

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