Entrevistas

SwitchSt(d)ance: a Beachcoma, a multiplicidade de influências e as epifanias

O nome é complexo, a mistura de estilos e influências segue a mesma configuração. As produções têm absorções synth que logo se desmultiplicam numa teia de tonalidades rítmicas. Marco Antão é SwitchSt(d)ance, o anfitrião da Noite Beachcoma, evento de oscilações sonoras que se realiza amanhã no Lux Frágil. E para antecipar ainda nos empresta um set apresentado no mesmo espaço em Julho.

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MCK: “O hip hop é a melhor ferramenta para os jovens exercerem pressão política e social”

MCK faz das rimas uma arma para relatar os problemas sociais vividos em Angola e denunciar as violações dos direitos humanos que são quase uma constante no país. A sua actuação no Musicbox ao lado do histórico Bonga pretende lançar uma luz sobre a angustiante realidade vivida pelos angolanos. O hip hop enquanto propulsor da construção de um futuro positivo é o que se trata nesta breve conversa entre o MC e filósofo de Luanda e Rui Miguel Abreu.

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Landim: T$D, do boom bap ao trap e a Linha de Sintra

Há uma profunda reinvenção na abordagem lírica e de flow na nova mixtape de Landim. Trap’s Drama (aka T$D) rompe com o boom bap que caracteriza o rapper de Mem-Martins e transborda densidade numa sonoridade que se encaixa tanto tão bem na língua portuguesa como no crioulo. Em conversa com Ricardo Miguel Vieira, Landim abordou a renovação estética, a adaptação aos novos beats e a influência da Linha Sintra, onde “fake MCs não andam de comboio.

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The Boom Bap EP de Drope Beats em estreia com carimbo ReB

O hip hop português deu-lhe o impulso e a inspiração e agora procura um lugar no cada vez mais complexo mapa hip hop nacional. Drope Beats é o beatmaker português que está a fazer barulho na Suiça e que estreia The Boom Bap EP com selo Rimas e Batidas.

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Raposa: beats, sampling e o fascínio pelos 60s e 70s

MC alentejano Suarez deixa o microfone de lado para a sua mais recente aventura e assume o legado boom bap numa beat tape que leva o título de Homemaderecycle. Em conversa com o Rimas e Batidas reflecte sobre a nova faceta e apresenta dois exclusivos que não entraram na sua mais recente compilação.

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Carlão: “Nunca deixei de olhar para mim como um puto”

Depois de se apresentar em força no Sudoeste e antes de rumar de armas e bagagens aos festivais Bons Sons e Sol da Caparica, fazemos um balanço com o homem que carrega 40 nos ombros e na voz.

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Adrian Younge: “Sinto que Twelve Reasons to Die caminha para uma trilogia”

É um dos produtores e compositores nos terrenos do hip hop mais requisitados dos últimos meses: Adrian Younge resgatou para o género uma aura neo-soul que tem deixado marca nas produções em que deixa impressões digitais. A última foi a sequela Twelve Reasons to Die II, álbum cinematográfico que assinou com Ghostface Killah. Numa conversa com Ricardo Miguel Vieira abordou a produção deste último disco, o cinema enquanto elemento influenciador do hip hop e as composições em objectos estritamente analógicos que configuram a sua identidade.

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Run The Jewels: “O rap é para os famintos”

Vieram, viram e venceram. A dupla Run The Jewels tomou o Porto de assalto com um set arrasador no NOS Primavera Sound. Antes de subirem ao palco, dissertaram com Rui Miguel Abreu sobre importantes assuntos. Como Meow The Jewels, barbeiros e gatos rappers.

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Kristóman: “Quero que Remédio Santo seja o remédio para muitos”

O membro do colectivo Tribruto anunciou esta semana que vai editar o seu primeiro disco a solo em 2016. Ricardo Miguel Vieira trocou umas palavras com o rapper algarvio sobre o que está para vir em Remédio Santo.

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Michael Rother: era uma vez o Krautrock

Michael Rother é uma figura-chave da música mais exploratória da década de 70: integrou brevemente os Kraftwerk, formou os Neu! e os Harmonia com músicos dos Cluster, colaborou com Brian Eno e quase entrou em “Heroes” de David Bowie. São essas as credenciais que pretende apresentar ainda este mês nos palcos do Milhões de Festa e da galeria ZdB, a 25 e 27, respectivamente. Antes, porém, conversou longamente com Rui Miguel Abreu sobre uma coisa que nunca existiu chamada krautrock.

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