Longas

8 samples de funk contemporâneo que marcam o hip hop

Que o hip hop sempre amou o funk não é segredo nenhum, que o digam os milhares de samples de James Brown. Mas há também quem procure groove no funk que se faz hoje em dia…

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Landim: T$D, do boom bap ao trap e a Linha de Sintra

Há uma profunda reinvenção na abordagem lírica e de flow na nova mixtape de Landim. Trap’s Drama (aka T$D) rompe com o boom bap que caracteriza o rapper de Mem-Martins e transborda densidade numa sonoridade que se encaixa tanto tão bem na língua portuguesa como no crioulo. Em conversa com Ricardo Miguel Vieira, Landim abordou a renovação estética, a adaptação aos novos beats e a influência da Linha Sintra, onde “fake MCs não andam de comboio.

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A 33 1/3 e o hip hop: palavras sobre marcos de uma cultura

Se procuram o que ler nos dias de praia que ainda aí vêm (esperamos…), eis uma viagem sobre os títulos hip hop na colecção 33 1/3.

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Casa das Máquinas III: Oberheim DMX – um molde para o hip hop dos anos 80

No terceiro capítulo da Casa das Máquinas, Manuel Rodrigues explora a drum machine que influenciou o 80s hip hop: a Oberheim DMX.

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The Boom Bap EP de Drope Beats em estreia com carimbo ReB

O hip hop português deu-lhe o impulso e a inspiração e agora procura um lugar no cada vez mais complexo mapa hip hop nacional. Drope Beats é o beatmaker português que está a fazer barulho na Suiça e que estreia The Boom Bap EP com selo Rimas e Batidas.

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House: A História III

A terceira parte da publicação periódica no Rimas e Batidas dos capítulos do livro “House – A História” assinado por Rui Miguel Abreu e editado em 2006.

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Sons & Visões (com batida) V

Às portas do novo milénio no quinto capítulo de uma história videomusical do hip hop assinada por João Pedro da Costa.

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Raposa: beats, sampling e o fascínio pelos 60s e 70s

MC alentejano Suarez deixa o microfone de lado para a sua mais recente aventura e assume o legado boom bap numa beat tape que leva o título de Homemaderecycle. Em conversa com o Rimas e Batidas reflecte sobre a nova faceta e apresenta dois exclusivos que não entraram na sua mais recente compilação.

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Breaks: o antes e o depois

Entre o início do Verão de 2004 e o final do Verão de 2008 o Hit da Breakz afirmou-se como um singular espaço na blogosfera portuguesa: olhava para os breaks, para o funk, para o hip hop e para o diggin’ como pontos unificadores de uma cultura. Nesse processo angariou muitos adeptos: DJs e futuros DJs, nomeadamente. Foi feito originalmente por Rui Miguel Abreu e José Belo e mais tarde também por D-Mars, o trio que orientou também os destinos da Loop:Recordings. E estes são os breaks…

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Hip hop: do Bronx para o mundo

Como qualquer outra cultura, o hip hop não nasceu, foi nascendo. Mas há algumas datas importantes que os historiadores hoje destacam como momentos fundadores de uma cultura que é hoje global. E uma delas foi a 11 de Agosto de 1973, quando Kool Herc promoveu uma festa em que pela primeira vez alinhou os breaks que incendiaram os B-Boys. Um ano mais tarde Bambaataa daria um nome ao que se passava nas ruas. Neste dia de aniversário, recuperamos aqui um texto de 2006 de Rui Miguel Abreu que se foca na origem desta cultura de rimas, de batidas, de breaks e de scratches. Parabéns, hip hop!

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