Muvi 2017: O hip hop vai ao cinema

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O Muvi, Festival Internacional de Música no Cinema, começa amanhã e prolonga-se até segunda-feira, dia 20 de Novembro, no Cinema São Jorge, em Lisboa. No meio da oferta diversificada, três projectos audiovisuais contém o hip hop como o combustível que move as narrativas.

Pôr a minha vida no teu ouvido (sábado, 18 de Novembro, 21:15) e AZ-RAP: Filhos do Vento (domingo, 19 de Novembro, 18 horas) são dois documentários obrigatórios: com a realização de André C. Santos, o primeiro é um retrato dos Wet Bed Gang em início de carreira, um documento imprescindível para quem queira compreender todas as dimensões artísticas do grupo de Vialonga; o segundo é uma enciclopédia do hip hop açoriano, obra realizada por Diogo Lima com guião de Rui Miguel Abreu, director do Rimas e Batidas.

 



Em último lugar, Tudo o que imagino (quarta-feira, 15 de Novembro, 18:30) é um documentário ficcional realizado por Leonor Noivo. A descrição disponibilizada no site da Muvi elucida-nos um pouco sobre o que podemos esperar: “André improvisa o rap como improvisa a vida, na procura de um caminho que o deixe mais livre, tenta fugir do que lhe é próximo e do que conhece, mas nunca conseguirá sair de si próprio”.

A quarta edição do festival apresenta preços irrecusáveis: por exemplo, os bilhetes para cada sessão custam 4 euros (normal), 3,5 euros (menos de 25 anos e mais de 65 anos) e 2 euros (desempregados). Imperdível!

 


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