Pontos-de-Vista

Quanto custa um sample? De Sam The Kid a Kendrick Lamar

Uma reveladora entrevista de Deborah Mannis-Gardner à “Forbes” lança preciosa luz sobre a prática do “sampling” no hip hop.

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“To be young, gifted and black”

A América está a transformar-se de novo e a música volta a ser um crucial motor dessa mudança: e por isso há tantas críticas a serem dirigidas a Kendrick Lamar e a Beyoncé.

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Fernando Magalhães: “Plux Quba de Nuno Canavarro é um álbum com escola”

Em 1995, o malogrado crítico do Público apontava esta obra prima da electrónica portuguesa como uma das pérolas maiores da discografia nacional. A propósito da recente reedição da Drag City e antecipando nova antologia dos escritos deste importante crítico, recupera-se aqui um texto com mais de duas décadas.

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O hip hop foi sempre um filho do jazz

Já se sabe que Kendrick Lamar toca em Lisboa. Já se sabe que Kamasi Washington vai ao Primavera Sound de Barcelona. Com alguma sorte, aquele que para muitos é autor do álbum de jazz do ano, The Epic, também se apresentará no Porto. Pretexto mais do que suficiente para se pensar na longa relação que a cultura nascida no Bronx há 40 anos mantém com essa outra cultura nascida em Nova Orleães há mais de um século…

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Sete fotos de Vera Marmelo na noite dos Orelha Negra no CCB

Vera Marmelo documentou o regresso dos Orelha Negra ao CCB e nós escolhemos sete imagens que mostram como a fotógrafa viu o concerto de apresentação das novas canções.

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The Pyramid Sessions: “Um marco original da história da música popular do século XXI feita em Portugal”.

Nuno Catarino, reputado crítico de jazz, escreveu há uma década sobre a estreia em disco de Rocky Marsiano. Regressa agora ao disco no momento da sua reedição para voltar a pesar a obra. E tudo indica que o tempo lhe fez bem.

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O que significam as 11 nomeações de Kendrick Lamar para os Grammys?

Rapper de Compton é o artista com mais nomeações para o galardão com que a indústria musical norte-americana premeia as suas estrelas.

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NERVE no Mexefest: o poder absoluto da força das palavras

Ontem, na belíssima Sala dos Espelhos, em noite de Ciência Rítmica Avançada desenhada aqui mesmo no estirador do Rimas e Batidas, depois de fantásticos momentos das duplas Bison & Squareffekt e Roger Plexico e antes da demolição pela força do ritmo conjurada por DJ Firmeza, NERVE assinou o concerto do ano.

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Do terror de Paris a um sonho de paz global

Acordar com as notícias de Paris faz-nos pensar no sentido do hip hop: só se poderá lidar com o futuro, se não nos esquecermos do passado. Da paz.

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O feminismo e a voz de Violet

Maria Amor (aka Honey) reflecte no girl empowerment nas artes e na sociedade em geral a partir da remistura de “Transition” dos Underground Resistance pela portuguesa Violet cuja versão acapella foi a banda sonora da Versace no Milan Fashion Week.

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