Childish Gambino, Cardi B e Drake entre os vencedores dos GRAMMYs 2019

A 61ª edição dos GRAMMYs aconteceu ontem à noite e Donald Glover, que assina música como Childish Gambino, foi um dos grandes vencedores, levando para casa as estatuetas referentes a Gravação do Ano, Canção do Ano — foi o primeiro rapper a conseguir estes dois galardões na mesma edição –, Melhor Performance Rap/Cantada e Melhor Vídeo. “This is America” foi, pois claro, a canção que valeu todos estes prémios.

Cardi B venceu a corrida para Melhor Álbum Rap com Invasion of Privacy e tornou-se a primeira mulher a fazê-lo a solo — Lauryn Hill fazia parte dos Fugees quando ganhou a estatueta em 1997. Sinal claro de uma inversão nas tendências dos Grammys que o ano passado foram alvo de duras críticas pela disparidade na atribuição de distinções a homens e mulheres.

A Melhor Performance Rap deu empate: “King’s Dead”, faixa com contribuições de Jay Rock, Kendrick Lamar, James Blake e Future, e “Bubblin'”, single de Anderson .Paak, dividiram o prémio. “God’s Plan”, com direito a discurso incisivo (e cortado pela produção) de Drake, foi a Melhor Canção Rap.

O Melhor Álbum de Música Urbana Contemporânea ficou nas mãos de Beyoncé & Jay-Z, que formaram a dupla The Carters em EVERYTHING IS LOVE. H.E.R., que se estreará este ano em Portugal no NOS Alive, ganhou as categorias Melhor Álbum R&B e Melhor Performance R&B — “Boo’d Up”, de Ella Mai, levou a estatueta para Melhor Canção R&B.

O Produtor do Ano, Não-Clássico, foi Pharrell Williams, deixando Kanye West ou Boi-1da para trás, e os Justice bateram Jon Hopkins, TOKiMONSTA e SOPHIE na corrida pelo Melhor Álbum Dança/Electrónica com Woman Worlwide.



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