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Texto: ReB Team
Fotografia: Indi Nunez
Publicado a: 02/02/2026

13 remisturas que têm sido testadas na pista de dança.

Berlok envolve músicas tradicionais cabo-verdianas em roupagens modernas com TRAP TERRA TERRA 2

Texto: ReB Team
Fotografia: Indi Nunez
Publicado a: 02/02/2026

Dois anos após Terra Terra, o seu disco de estreia, o produtor e DJ Berlok regressou na passada sexta-feira, 30 de Janeiro, aos lançamentos, com a edição de TRAP TERRA TERRA 2. Acima de tudo, o artista pegou em músicas tradicionais e populares cabo-verdianas para lhe dar uma roupagem trap através de remisturas que tem vindo a testar nas pistas de dança.

“Este trabalho nasce da essência do DJ enquanto criador, valorizando a cultura do remix e o papel fundamental dos DJs na dinâmica das pistas de dança”, pode ler-se na apresentação do projecto, divulgada por Berlok nas suas redes sociais. Sobre os testes que foi fazendo nas actuações, diz que a “resposta positiva nas pistas de dança foi determinante para a consolidação do álbum enquanto projecto artístico”.

Pode ler-se ainda que o “objectivo é recuperar e reinventar património musical, permitindo que novas gerações descubram e se conectem com estes temas intemporais”. “Com este lançamento, Berlok reforça a ligação entre passado e presente, celebra a herança cultural de Cabo Verde e afirma o DJ como agente central na circulação, valorização e renovação da música nas pistas de dança”, conclui a nota divulgada.

Ao todo, são 13 faixas que incluem contributos de Lua Pires, Amadeo Carvalho e Bilila. Muitos dos temas são novas versões de verdadeiros hinos do cancioneiro cabo-verdiano — funanás, coladeiras e mornas transformados e adaptados a uma linguagem musical contemporânea.


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