Uma viagem pela história do hip hop tuga carimbada pela Blitz

[FOTO] Vera Marmelo

Acaba de ser publicada na edição online da revista Blitz uma longa peça sobre a história de duas décadas e meia do hip hop nacional. O artigo, assinado pelo director do Rimas e Batidas Rui Miguel Abreu, recua aos alvores desta cultura, recorda a geração Rapública e viaja por alguns dos mais importantes capítulos de uma história que continua a ser escrita até aos dias de hoje, referenciando artistas como Boss AC, General D, Black Company, Mind da Gap, Micro, Sam The Kid, Chullage, Valete ou, de gerações mais recentes, ProfJam, Holly Hood, Piruka ou Wet Bed Gang, entre vários outros.

O artigo que recebe o título “Como nasceu o hip-hop em Portugal. Os pioneiros e os heróis do som que nasceu nos bairros e se impôs no país inteiro” arranca com uma referência ao cartaz do recém anunciado Beat Fest, antes de partir para uma viagem panorâmica que se estende por 25 anos:

“É possível ler no cartaz de um festival no mais remoto Alto Alentejo uma metáfora para a história do hip-hop ‘tuga’: de um lado Boss AC, o mais resistente dos veteranos da cena nacional, representante da primeira leva que assolou o país em 1994, com a edição de Rapública; do outro lado, os Wet Bed Gang, representantes de uma nova escola que aprendeu a funcionar no presente com outras ferramentas de afirmação; no meio, Gabriel, O Pensador, rapper brasileiro com responsabilidades directas em toda esta saga – rima Boss AC em ‘O Verdadeiro’, tema do seu mais recente trabalho, A Vida Continua, que “aos poucos fez-se justiça”, antes de rematar com “o Pensador mostrou que a língua lusa era a premissa”. De facto, a língua portuguesa tornou-se o barro que inúmeros artistas moldaram numa mensagem de apelo universal que um quarto de século depois das primeiras experiências se afirmou perante uma nova geração que oferece milhões de views aos principais artistas nas plataformas de streaming e que enche concertos e festivais por todo o país. Houve, no entanto, um longo caminho a percorrer”.

O artigo inteiro pode encontrar-se aqui.


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