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Texto: ReB Team
Fotografia: Thomas Neukum

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Sexta-feira farta: novos trabalhos de Caribou, Iguana Garcia, Wajatta, Da Chick, Haleek Maul e Kassa Overall

Texto: ReB Team
Fotografia: Thomas Neukum

[Haleek Maul] Errol Nascido em Brooklyn e criado nos Barbados, Haleek Maul é um jovem rapper de 23 anos, que em 2015 se estreou com o álbum Prince Midas. As influencias da cultura musical caribenha deram-lhe uma destreza ao microfone que se distingue das dos seus colegas de profissão e não teve de esperar muito até receber o convite da Lex Records para se juntar ao seu leque de artistas. A label que já carimbou trabalhos de MF DOOM, Danger Mouse, MIKE ou Prefuse 73 foi a responsável por nos fazer chegar In Performance, em 2018. Hoje, Haleek Maul mostra-nos Errol, o seu projecto mais ambicioso até à data, que na produção conta com uma forte contribuição do colega de editora GILA e recorre também aos dotes do italiano HLMNSRA (já creditado em temas de Flohio) ou ao irlandês Sega Bodega (colaborador de Col3trane, coucou chloe ou Shygirl). Na lista de convidados de Errol destacam-se as presenças de Mick Jenkins e Sean Leon.
[Kassa Overall] I THINK I’M GOOD Se em 1993 Guru nos sugeria que o hip hop e o jazz faziam todo o sentido juntos, Kassa Overall confirma-nos em 2020 que o trajecto conjunto dos dois géneros continua a dar frutos e ainda tem muita margem por onde explorar. Com Theo Croker, Aaron Parks, J. Hoard ou Angela Davis entre os convidados, I THINK I’M GOOD é a primeira inscrição do músico, produtor e MC nova-iorquino na britânica Brownswood Recordings. O disco, que junta uma apurada técnica na escrita de letras à escola mais vanguardista do jazz, retrata as problemáticas sociais vividas nos EUA pela perspectiva de quem tem vindo a sofrer de instabilidade mental e hiper-sensibilidade. “Quero mostrar ao mundo que as pessoas mentalmente mais sensíveis são os inovadores da nossa sociedade”, frisou Overall através de um comunicado endereçado à imprensa.
[Da Chick] conversations with the beat Um dos nomes mais queridos da Discotexas, Da Chick tem passado os últimos três anos, após a edição do EP Call Me Foxy, relativamente resguardada. Os mais atentos apanharam-na num registo mais intimista e exploratório no seu Mixcloud, o local digital que escolheu para colocar os seus ouvintes mais aguerridos a par das experiências que tem vindo a desenvolver em estúdio. No final de 2019 admitiu estar na altura de “conversa com o beat” e completou uma jornada de três singles, que hoje culminaram no seu segundo longa-duração — conversations with the beat é cantado e produzido na íntegra por Teresa de Sousa e sucede a Chick to Chick, de 2015.
[Haleek Maul] Errol Nascido em Brooklyn e criado nos Barbados, Haleek Maul é um jovem rapper de 23 anos, que em 2015 se estreou com o álbum Prince Midas. As influencias da cultura musical caribenha deram-lhe uma destreza ao microfone que se distingue das dos seus colegas de profissão e não teve de esperar muito até receber o convite da Lex Records para se juntar ao seu leque de artistas. A label que já carimbou trabalhos de MF DOOM, Danger Mouse, MIKE ou Prefuse 73 foi a responsável por nos fazer chegar In Performance, em 2018. Hoje, Haleek Maul mostra-nos Errol, o seu projecto mais ambicioso até à data, que na produção conta com uma forte contribuição do colega de editora GILA e recorre também aos dotes do italiano HLMNSRA (já creditado em temas de Flohio) ou ao irlandês Sega Bodega (colaborador de Col3trane, coucou chloe ou Shygirl). Na lista de convidados de Errol destacam-se as presenças de Mick Jenkins e Sean Leon.
[Kassa Overall] I THINK I’M GOOD Se em 1993 Guru nos sugeria que o hip hop e o jazz faziam todo o sentido juntos, Kassa Overall confirma-nos em 2020 que o trajecto conjunto dos dois géneros continua a dar frutos e ainda tem muita margem por onde explorar. Com Theo Croker, Aaron Parks, J. Hoard ou Angela Davis entre os convidados, I THINK I’M GOOD é a primeira inscrição do músico, produtor e MC nova-iorquino na britânica Brownswood Recordings. O disco, que junta uma apurada técnica na escrita de letras à escola mais vanguardista do jazz, retrata as problemáticas sociais vividas nos EUA pela perspectiva de quem tem vindo a sofrer de instabilidade mental e hiper-sensibilidade. “Quero mostrar ao mundo que as pessoas mentalmente mais sensíveis são os inovadores da nossa sociedade”, frisou Overall através de um comunicado endereçado à imprensa.
[Caribou] Suddenly Caribou está de volta com um novo disco. Mais de cinco anos passaram desde que Our Love — “casa” do grandíssimo “Can’t Do Without You” — nos passou pela primeira vez pelos ouvidos e Dan Snaith colocou o projecto em stand-by, mesmo após a enorme vaga de críticas positivas e até uma nomeação para o Polaris Music Prize, de 2015. O produtor canadiano não esteve parado: em entrevista à Esquire, explicou que Suddenly nasce de um processo que o “obrigou” a ir todos os dias para o estúdio criar algo novo e que o disco tem como base mais de 900 rascunhos; mais que isso, Snaith aproveitou a pausa editorial de Caribou para reactivar Daphni, o alter-ego que utiliza na música mais orientada pelo house mais tradicional.
[Iguana Garcia] Vagas O multi-instrumentista Iguana Garcia regressou aos anos 80 para se inspirar e criar um novo disco. Fruto de uma abordagem moderna a essa estética sintetizada e vaporizada, Vagas é o segundo disco do músico e produtor português e o sucessor de Cabaret Aleatório, o álbum de apresentação lançado em 2017. A edição de autor compila nove novos temas e vai ser apresentada ao vivo pelo homem-banda nos dias 20 e 27 de Março, no Ferro Bar (Porto) e Anjos70 (Lisboa), respectivamente.
[Wajatta] Don’t Let Get You Down Um músico/comediante e um produtor entram num bar, que é como quem diz Reggie Watts e John Tejada decidiram passar algum tempo em estúdio em conjunto e criaram o projecto Wajatta. A dupla estreou-se em 2018 com o álbum Casual High Technology e a estética vintage a emular as cenas techno e house de Detroit e Chicago, respectivamente, agradaram a Flying Lotus, que rapidamente tratou de agregar os dois artistas à sua Brainfeeder. Don’t Let Get You Down, o segundo trabalho dos Wajatta, é a primeira inscrição de 2020 no catálogo do selo de Los Angeles e é composto por 11 novos temas.
[Da Chick] conversations with the beat Um dos nomes mais queridos da Discotexas, Da Chick tem passado os últimos três anos, após a edição do EP Call Me Foxy, relativamente resguardada. Os mais atentos apanharam-na num registo mais intimista e exploratório no seu Mixcloud, o local digital que escolheu para colocar os seus ouvintes mais aguerridos a par das experiências que tem vindo a desenvolver em estúdio. No final de 2019 admitiu estar na altura de “conversa com o beat” e completou uma jornada de três singles, que hoje culminaram no seu segundo longa-duração — conversations with the beat é cantado e produzido na íntegra por Teresa de Sousa e sucede a Chick to Chick, de 2015.
[Haleek Maul] Errol Nascido em Brooklyn e criado nos Barbados, Haleek Maul é um jovem rapper de 23 anos, que em 2015 se estreou com o álbum Prince Midas. As influencias da cultura musical caribenha deram-lhe uma destreza ao microfone que se distingue das dos seus colegas de profissão e não teve de esperar muito até receber o convite da Lex Records para se juntar ao seu leque de artistas. A label que já carimbou trabalhos de MF DOOM, Danger Mouse, MIKE ou Prefuse 73 foi a responsável por nos fazer chegar In Performance, em 2018. Hoje, Haleek Maul mostra-nos Errol, o seu projecto mais ambicioso até à data, que na produção conta com uma forte contribuição do colega de editora GILA e recorre também aos dotes do italiano HLMNSRA (já creditado em temas de Flohio) ou ao irlandês Sega Bodega (colaborador de Col3trane, coucou chloe ou Shygirl). Na lista de convidados de Errol destacam-se as presenças de Mick Jenkins e Sean Leon.
[Kassa Overall] I THINK I’M GOOD Se em 1993 Guru nos sugeria que o hip hop e o jazz faziam todo o sentido juntos, Kassa Overall confirma-nos em 2020 que o trajecto conjunto dos dois géneros continua a dar frutos e ainda tem muita margem por onde explorar. Com Theo Croker, Aaron Parks, J. Hoard ou Angela Davis entre os convidados, I THINK I’M GOOD é a primeira inscrição do músico, produtor e MC nova-iorquino na britânica Brownswood Recordings. O disco, que junta uma apurada técnica na escrita de letras à escola mais vanguardista do jazz, retrata as problemáticas sociais vividas nos EUA pela perspectiva de quem tem vindo a sofrer de instabilidade mental e hiper-sensibilidade. “Quero mostrar ao mundo que as pessoas mentalmente mais sensíveis são os inovadores da nossa sociedade”, frisou Overall através de um comunicado endereçado à imprensa.A noite já caiu lá fora e, feitas as contas, há pelo menos 13 edições captadas pelo radar do Rimas e Batidas que merecem a vossa atenção — e D’Ouro, de Deejay Telio, já roda na nossa plataforma com direito a entrevista. Das restantes 12, seleccionámos seis que não podem deixar passar ao lado. Quase seis anos depois, Caribou regressou aos discos com Suddenly. Iguana Garcia deu-nos a conhecer o sucessor de Cabaret Aleatório numa nova edição de autor. Wajatta é a dupla que está a trazer de volta as sonoridades clássicas do techno e da house music e acabam de lançar o primeiro álbum pela Brainfeeder. Da Chick escreveu mais um capítulo na história da Discotexas com o seu segundo longa-duração, conversations with the beat. Promessas para a nova década do rap norte-americano? Apostem as vossas fichas em Haleek Maul, que hoje lançou Errol. Jazz e hip hop voltam a cruzar-se no caminho em I THINK I’M GOOD, o novo LP de Kassa Overall com o selo da Brownswood Recordings. Para os mais “famintos”: Lil Baby (My Turn), Jé Santiago (O Bagulho é Trap), sir Was (Lettter), Alfa Mist (On My Ones), G Herbo (PTSD) e MDA (14g de MDA) também assinaram trabalhos dignos da vossa atenção.
[Caribou] Suddenly Caribou está de volta com um novo disco. Mais de cinco anos passaram desde que Our Love — “casa” do grandíssimo “Can’t Do Without You” — nos passou pela primeira vez pelos ouvidos e Dan Snaith colocou o projecto em stand-by, mesmo após a enorme vaga de críticas positivas e até uma nomeação para o Polaris Music Prize, de 2015. O produtor canadiano não esteve parado: em entrevista à Esquire, explicou que Suddenly nasce de um processo que o “obrigou” a ir todos os dias para o estúdio criar algo novo e que o disco tem como base mais de 900 rascunhos; mais que isso, Snaith aproveitou a pausa editorial de Caribou para reactivar Daphni, o alter-ego que utiliza na música mais orientada pelo house mais tradicional.
[Iguana Garcia] Vagas O multi-instrumentista Iguana Garcia regressou aos anos 80 para se inspirar e criar um novo disco. Fruto de uma abordagem moderna a essa estética sintetizada e vaporizada, Vagas é o segundo disco do músico e produtor português e o sucessor de Cabaret Aleatório, o álbum de apresentação lançado em 2017. A edição de autor compila nove novos temas e vai ser apresentada ao vivo pelo homem-banda nos dias 20 e 27 de Março, no Ferro Bar (Porto) e Anjos70 (Lisboa), respectivamente.
[Wajatta] Don’t Let Get You Down Um músico/comediante e um produtor entram num bar, que é como quem diz Reggie Watts e John Tejada decidiram passar algum tempo em estúdio em conjunto e criaram o projecto Wajatta. A dupla estreou-se em 2018 com o álbum Casual High Technology e a estética vintage a emular as cenas techno e house de Detroit e Chicago, respectivamente, agradaram a Flying Lotus, que rapidamente tratou de agregar os dois artistas à sua Brainfeeder. Don’t Let Get You Down, o segundo trabalho dos Wajatta, é a primeira inscrição de 2020 no catálogo do selo de Los Angeles e é composto por 11 novos temas.
[Da Chick] conversations with the beat Um dos nomes mais queridos da Discotexas, Da Chick tem passado os últimos três anos, após a edição do EP Call Me Foxy, relativamente resguardada. Os mais atentos apanharam-na num registo mais intimista e exploratório no seu Mixcloud, o local digital que escolheu para colocar os seus ouvintes mais aguerridos a par das experiências que tem vindo a desenvolver em estúdio. No final de 2019 admitiu estar na altura de “conversa com o beat” e completou uma jornada de três singles, que hoje culminaram no seu segundo longa-duração — conversations with the beat é cantado e produzido na íntegra por Teresa de Sousa e sucede a Chick to Chick, de 2015.
[Haleek Maul] Errol Nascido em Brooklyn e criado nos Barbados, Haleek Maul é um jovem rapper de 23 anos, que em 2015 se estreou com o álbum Prince Midas. As influencias da cultura musical caribenha deram-lhe uma destreza ao microfone que se distingue das dos seus colegas de profissão e não teve de esperar muito até receber o convite da Lex Records para se juntar ao seu leque de artistas. A label que já carimbou trabalhos de MF DOOM, Danger Mouse, MIKE ou Prefuse 73 foi a responsável por nos fazer chegar In Performance, em 2018. Hoje, Haleek Maul mostra-nos Errol, o seu projecto mais ambicioso até à data, que na produção conta com uma forte contribuição do colega de editora GILA e recorre também aos dotes do italiano HLMNSRA (já creditado em temas de Flohio) ou ao irlandês Sega Bodega (colaborador de Col3trane, coucou chloe ou Shygirl). Na lista de convidados de Errol destacam-se as presenças de Mick Jenkins e Sean Leon.
[Kassa Overall] I THINK I’M GOOD Se em 1993 Guru nos sugeria que o hip hop e o jazz faziam todo o sentido juntos, Kassa Overall confirma-nos em 2020 que o trajecto conjunto dos dois géneros continua a dar frutos e ainda tem muita margem por onde explorar. Com Theo Croker, Aaron Parks, J. Hoard ou Angela Davis entre os convidados, I THINK I’M GOOD é a primeira inscrição do músico, produtor e MC nova-iorquino na britânica Brownswood Recordings. O disco, que junta uma apurada técnica na escrita de letras à escola mais vanguardista do jazz, retrata as problemáticas sociais vividas nos EUA pela perspectiva de quem tem vindo a sofrer de instabilidade mental e hiper-sensibilidade. “Quero mostrar ao mundo que as pessoas mentalmente mais sensíveis são os inovadores da nossa sociedade”, frisou Overall através de um comunicado endereçado à imprensa.

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