Quebrada Queer: o rap também é gay

[TEXTO] Núria R. Pinto [FOTO] Direitos Reservados

O canal Rap Box, importante plataforma de divulgação e apoio a novos artistas criada pelo produtor Léo Casa 1, fez história há pouco mais de duas semanas ao lançar o grupo Quebrada Queer com aquele que é o “primeiro cypher gay do Brasil e da América Latina”.

“Vai ter rap gay e se reclamar vai ter mais ainda”. A expressão é brasileríssima e o mérito também. Há uns meses, a propósito da apresentação de Linn da Quebrada na Galeria Zé dos Bois, fizemos um levantamento dos números, na grande maioria assustadores, associados aos mil e um preconceitos que a comunidade LGBT ainda enfrenta no Brasil. A verdade é que, esse levantamento, olhava também para os avanços e é deles que falamos aqui hoje.

Guigo, Murillo Zyess, Harlley, Lucas Boombeat e Tchelo Gomez contam já com mais de 600 mil visualizações num trabalho com produção executiva a cargo de Léo Casa 1 e realização de Vinicius Lima.

 


Núria Rito Pinto

Núria Rito Pinto

Hip hop, r&b e brasilidades com tanta moderação quanto vontade. Fundou o clube de fãs da “Corda” do Boss AC, já comprou CDs pela capa e preferia comer douradinhos frios todos os dias do que ficar sem Spotify.
Núria Rito Pinto