Da Raiz ao Ritmo #20: “Há planos para criar uma festa em torno do programa”

 

[ARTWORK] João Guapo/Dialogue.pt

 

Emissão 20 Da Raiz ao Ritmo, o programa de autor de Rocky Marsiano na Rádio Oxigénio com emissão aos domingos, às 23 horas, nova reposição à meia-noite de 5ª para 6ª feira e pós-escuta no Rimas e Batidas. Número redondo que é motivo para um balanço do autor que, a partir do seu estúdio na Holanda, nos conduz numa viagem pela música, independentemente da origem.

Em declarações ao Rimas e Batidas, o produtor e ex-MC dos Micro adiantou que já está a ser pensado um conceito de festa ao vivo associado ao programa. Os pormenores ainda estão no segredo dos deuses, mas fica a ideia de que os ritmos que cruzam África e Ásia, passando pela América Latina e Europa, poderão em breve constar do programa musical de um qualquer espaço cultural no nosso país. Ficamos a aguardar por mais novidades. Até lá, é seguir caminho ao som Da Raiz ao Ritmo, edição 20.

 

Que balanço fazes destas primeiras 20 emissões Da Raiz ao Ritmo?

O balanço é muito bom, tem sido um enorme prazer. Enquanto me sentir assim a fazer o programa, hei-de continuar a viagem.

Foram 20 semanas de muito diggin’ digital. Cruzastes novos caminhos e sonoridades nessas buscas por novos sons? O que sentes que aprendeste com esta aventura Da Raiz ao Ritmo?

Sim, todas as semanas pesquiso música nova interessante e especificamente para o programa. O Bandcamp tem sido uma fonte fantástica, onde encontro o que preciso. Perco-me durante algumas horas e descubro sempre algo de bom. Aprendi que há imensa gente espalhada por vários continentes a fazer música incrível. Tem sido uma lição de humildade das boas.

Dos artistas que foste descobrindo, quem é que realmente te empolgou? O que nos aconselhas a escutar agora em 2016?

Não consigo distinguir ninguém em particular. Aconselho é que se tenha atenção às várias colaborações dentro da cena global/tropical bass que estão a começar cada vez mais a surgir. O Atlas do Branko é um exemplo. O álbum do Daniel Haaksman [African Fabrics] é outro.

E de modo mais abrangente, a que scenes devemos estar atentos? Novidades de Angola? Brasil? Novas explorações de uma outra região?

A América do Sul vai explodir quando começar a cruzar-se mais com sonoridades afro.

Tens em mente acrescentar algo novo ao programa nas próximas emissões? Imagino que tenhas tido umas ideias novas à medida que foste criando episódios…

Tenho começado a convidar DJs para guest mixes. É algo que vou aprofundar melhor. E está em marcha um plano para se levar o conceito do programa para formato festa.

 

 

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