A caminho do NOS Summer Opening 2018 com Richie Campbell

[FOTO] Pluma

A comitiva Bridgetown está prestes a arrancar para o NOS Summer Opening 2018. Depois de Mishlawi indicar o caminho a 20 de Julho, Richie Campbell actua no dia seguinte e partilha a programação com nomes como Slow J (será que vamos ouvir “Water” ao vivo?), Piruka e DJ Dadda.

Apesar do r&b não ser um género totalmente desconhecido para Ricardo da Costa, Lisboa, a sua mais recente mixtape, levou-o da melhor maneira para esse território e acrescentou algo à sua discografia. O Rimas e Batidas falou com o artista antes da ida para a ilha da Madeira, mais concretamente para o Parque de Santa Catarina, no Funchal.

 



Começando pela tua relação com a Madeira: é um sítio com algum significado especial para ti? Existe algum ritual que repitas sempre que lá voltes?

Não tenho nenhum ritual específico mas aproveito para ver alguns amigos que só tenho hipótese de ver quando lá vou e matar saudades da comida também.

Como é que olhas para os nomes que actuam na edição deste ano? Algum concerto de outro artista que já esteja na tua agenda?

Não sei se vou ter hipótese de ver algum mas claro que gostava de ver o Mishlawi e o Dadda por razões óbvias, mas também o Slow J.

Lisboa trouxe-te um novo público e, muito provavelmente, um novo modo de olhar para o universo português. Colaboraste com o Slow J, trabalhas regularmente com o Mishlawi e o Plutonio, tens o Lhast ao teu lado. Achas que o nível de qualidade dos artistas portugueses subiu nestes últimos três ou quatro anos ou os festivais é que se aperceberam tarde do potencial nacional?

Acho que houve uma mudança de mentalidade e atitude em relação à música portuguesa, em parte mérito dos promotores mas, também muito devido a um aumento claro na qualidade e quantidade de música portuguesa que se faz hoje em dia. E quantos mais há, mais competição há, e tudo isso acaba por dinamizar o mercado.

Como é que estás a projectar o teu concerto em termos de alinhamento? Já tens a fórmula perfeita para juntar as canções antigas com os novos temas?

Foi mais fácil do que achava fazer esse equilíbrio, acho que ainda não está mesmo no ponto perfeito a que quero chegar mas sinto que o alinhamento faz sentido e que conseguimos tocar tudo o que queremos e que as pessoas querem ouvir sem sacrificar o ritmo do concerto.

Lançaste recentemente uma colaboração com o Mishlawi e o Plutonio. O que é que vem aí? Mais temas soltos?

Depois de lançar o Lisboa dei um tempo à parte criativa porque não queria forçar novas cenas sem sentir que evolui o suficiente para justificar lançar alguma coisa nova, mas entretanto surgiu o “Rain” de uma maneira muito orgânica e tive mais uma ou outra ideia não planeada. Por isso estou a pensar ir lançando porque acho que ainda encaixa no universo do Lisboa enquanto continuo à procura do próximo passo.

 


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