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Fotografia: Ana Viotti

O trio convidou o autor de Un Kuza Runhu para o seu primeiro single.

BATEU MATOU sobre “Lume”: “Precisávamos de uma voz crioula com fantasmas e desejo dentro”

Fotografia: Ana Viotti
Na passada sexta-feira, Ivo Costa, Quim Albergaria e RIOT atiraram “um balde de gasolina mesmo para o meio do fogo”: “Lume”, o primeiro tema dos BATEU MATOU, conta com a participação de Scúru Fitchádu e contribuições de Gui Salgueiro e Kooper. Como se pode constatar logo a partir dos primeiros segundos da canção, os três bateristas foram buscar elementos do trap e do funaná para criar a base instrumental a que Marcus Veiga, autor do explosivo Un Kuza Runhu, se entrega num registo pouco habitual na sua obra, sensualizando de um jeito que é, definitivamente, só seu. O primeiro concerto desta “banda de baile” aconteceu em Outubro de 2017, incluído na programação do Jameson Urban Routes, mas a procissão ainda vai no adro — e o próximo concerto (o primeiro de um ciclo de três no Musicbox, em Lisboa) está marcado para dia 27 deste mês. A propósito deste lançamento e das actuações na rua cor-de-rosa, metemos Quim Albergaria a falar escrever sobre um “booty call incendiário”, os live acts e as “panelas” que estão “no fogão”.

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