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Texto: ReB Team
Fotografia: Shaun Llewellyn

A batalhar em todas as frentes.

Ameaça tripla: Noname, Public Enemy e Anderson .Paak ao ataque

Texto: ReB Team
Fotografia: Shaun Llewellyn

George Floyd é o mais recente mártir de uma luta que dura há demasiado tempo. Os músicos afro-americanos (por cá, Phoenix RDC também reagiu com “Loop“, por exemplo) têm-se feito ouvir de várias formas, desde publicações nas redes sociais a presenças nas próprias manifestações que estão a acontecer pelos Estados Unidos da América. E, claro, não faltam novas canções para ouvir durante a revolta contra o sistema.

Hoje, dia 19 de Junho, há três exemplos dessa forte reacção: em cima de um beat de Madlib, Noname, a autora de Room 25, lançou “Song 33” e respondeu às críticas de J. Cole com a sua assertividade e sagacidade habitual – “He really bout to write about me/ When the world is in smokes?/ When it’s people in trees?/ When George begging for his mother saying he couldn’t breathe/ You thought to write about me?” é uma das partes mais marcantes da letra; os lendários Public Enemy juntaram-se a outra lenda, DJ Premier, para “State of the Union (STFU)”, tema em que se dirigem directamente a Donald Trump; para fechar, Anderson .Paak (acompanhado pelo realizador Dave Meyers e o rapper Jay Rock) saiu do confinamento para falar sobre brutalidade policial, protestos e pilhagens nos quatro minutos de duração de “Lockdown”.

Se ainda estão à procura de uma forma de ajudar a luta anti-racista, o Rimas e Batidas preparou um guia que pode servir de ponto-de-partida para auxiliar a causa.


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