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Texto: ReB Team
Fotografia: Nuno Batista
Publicado a: 30/03/2026

Há festa para todos os gostos.

Theatro Circo de Braga celebra 111 anos com semana de programação que compreende pós-rock, ópera e dança contemporânea

Texto: ReB Team
Fotografia: Nuno Batista
Publicado a: 30/03/2026

Entre 17 e 24 de Abril, o Theatro Circo de Braga assinala o seu 111.º aniversário com uma semana de várias propostas que percorrem registos tão distintos quanto a voz lírica e o rock instrumental, passando pela performance física e pela mediação cultural. O programa traça um arco intencionalmente heterogéneo, recusando a lógica de efeméride assente numa única disciplina ou num tipo de público específico. O cartaz completo, bem com os respectivos links para a bilheteira, estão aqui.

A abertura cabe a Roxana Ionesco, que a 17 de Abril traz ao Pequeno Auditório “Capra — or how to say hello to fear”, uma peça que convoca rituais ancestrais para interrogar a memória partilhada. No dia seguinte, um contraste deliberado: de manhã, sessões de contos para famílias e visitas guiadas ao espaço; à noite, a soprano Elisabete Matos sobe ao palco principal para um recital encenado por Pedro Ribeiro, acompanhada ao piano por Maciej Pikulski, em torno da expressividade e da força da voz feminina. A 19 de Abril, chegam os Tortoise, pioneiros do pós-rock de Chicago que regressam a Portugal depois de uma década de ausência para uma noite de construções instrumentais densas e hipnóticas.

O dia do aniversário, 21 de Abril, pertence a A garota não, que estreia o espetáculo exclusivo “A Vulgar Mulher Extraordinária”. A semana encerra com a franco-argentina Nina Laisné a ocupar dois momentos distintos do programa: primeiro numa masterclass integrada no ciclo Formas de Fazer, depois na Sala Principal com “Como una baguala oscura”, co-criado com Néstor Pola Pastorive e inspirado no universo da compositora argentina Hilda Herrera — peça que chega a Portugal pela primeira vez.


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