Slug Beetle: laboratório de experimentação disfuncional

Seven Pointed, o mais recente álbum do produtor português Slug Beetle, é um tubo de ensaio de misturas ritmadas e pontilhadas de sons, vozes e vísceras exóticas. É um centro de experiências cujo resultado final pode ser a fórmula perfeita para um ambient cósmico – parcelas vocais desconcertantes numa aurora de ecos que nos activa os sentidos (“From The Heaven”) – ou para um downtempo de beats abafadores e tons sintetizados num vaivém de balanços assombrados, como se uma intensa neblina assomasse a galáxia experimental de Slug Beetle (“Dusk”).

“As faixas têm uma vertente esotérica ou oculta”, define Slug Beetle ao Rimas e Batidas. “Aliás tudo é hermético no conceito de Slug Beetle, o resto é viagem. Na verdade tento através disto compreender-me em questões de experimentação de géneros. Não lhe atrevo a dar uma etiqueta.”

Passing the Gates e Clones foram as primeiras releases experimentais de Slug Beetle, ambas no ano passado. Seven Pointed sucede-lhes com uma mão cheia de novas energias e tonalidades num quadro salpicado de disformes coloridos e imersivos universos.

No SoundCloud de Slug Beetle está uma track bónus privada e partilhada em exclusivo com os nossos leitores. Abaixo deste texto, uma amostra do álbum completo. É escutar com atenção.

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