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Fotografia: Rafael Berezinski

A cantora moçambicana lançou o seu álbum de estreia no passado mês de Setembro.

Selma Uamusse apresenta Mati no Lux Frágil

Fotografia: Rafael Berezinski

Selma Uamusse continua a levar o seu primeiro álbum numa viagem pelos palcos portugueses. Nesta quinta-feira, 7 de Março, é a vez do Lux Frágil, em Lisboa, receber Mati, a estreia discográfica da cantora.

O disco, que é composto por nove faixas produzidas por Jori Collignon — incluindo uma versão de Nina Simone —, reclama a vibração musical de Moçambique numa abordagem fresca. Sobre a escolha da sala para este concerto na capital, Uamusse disse à Agenda Cultural Lisboa: “Quis encontrar um ambiente que fosse um bocadinho de clube, de dimensão intermédia, onde me sentisse em casa, que fosse um sítio urbano. É um sítio feliz para mim.”



Tendo crescido em estreita ligação às artes, Uamusse cedo começou a encontrar a sua voz. A sua primeira experiência enquanto cantora foi no gospel, explorando depois o jazz no Hot Clube e integrando os Wraygunn. Começou a gravar a solo em 2012, tendo pelo caminho experimentado o novo material em palcos como o Rock in Rio e o Bons Sons. A longa gestação do projecto resultou na mescla pulsátil deste álbum de estreia que chegou no passado mês de Setembro.

A digressão de apresentação do disco já passou pelo Brasil e chega agora a Lisboa; o espectáculo no Lux Frágil precede duas datas consecutivas no Porto e em São João da Madeira: na sexta-feira, 8 de Março, na Casa da Música e, no dia seguinte, na Casa da Criatividade.


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