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Texto: ReB Team
Fotografia: Outros Ângulos

A reacção possível aos tempos que vivemos.

Scúru Fitchádu, NERVE, Octa Push ou Aurora Pinho na primeira edição do Estação Minhoca

Texto: ReB Team
Fotografia: Outros Ângulos

Entre Setembro e Novembro, 10 projectos portugueses independentes vão dar “micro-concertos privados” no centro de Lisboa. O Estação Minhoca, conjunto de eventos carimbados pela UNHA – Auxiliar Musical e pelo Café8, será transmitido online pelo Rimas e Batidas.

Filho da pandemia, esta nova estação nasce com o apoio do Fundo de Emergência Social – Cultura da Câmara Municipal de Lisboa. “É importante e necessário que um ‘pocket projecto’ como este tenha sido aprovado por uma entidade como a CM Lisboa, o que nos fez crer que um sector musical independente da cidade e alguns dos seus espaços culturais mais autónomos não foram totalmente ignorados numa época tão particularmente instável. As medidas de segurança vão ditar as regras de cada um destes concertos privados, e serviremos a música sem nos servirmos dela”, assegura Eduardo Morais da UNHA.



Batida (DJ set), Octa Push, Scúru Fitchádu, NERVE, Aurora Pinho, Maria do Mar, Cancro, Cigarra, Miguel Torga e Te Voy a Matar são os nomes confirmados para o alinhamento do projecto que levará actuações (que acontecerão todas as segundas-feiras, às 19 horas) até “espaços culturais inabituais” como lojas de discos ou galerias, por exemplo.

O local de cada concerto só será revelado às pessoas que forem seleccionadas, através de passatempos nas redes sociais do Estação Minhoca, para fazer parte do público presencial. O primeiro espectáculo acontece no dia 7 de Setembro: Te Voy a Matar, projecto de Silas Ferreira, estreia o novo formato.


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