Rocky Marsiano lança single em vinil

Dois mil e quinze promete ser um ano agitado para Rocky Marsiano: não só se assinala uma década sobre a sua edição de estreia – o clássico Pyramid Sessions de que se planeia uma reedição em moldes especiais para breve – como há ainda novidades frescas apresentadas, uma vez mais, sob o signo de África. “Ritinha”/”Djô Djô” é um single de edição em vinil em que Rocky Marsiano volta a visitar o universo da memória da música das ex-colónias africanas, o mesmo caminho que já havia sido trilhado com o álbum Meu Kamba e que rendeu já duas aventuras distintas: o projecto de djing Meu Kamba Soundsystem, que divide com o director desta publicação, Rui Miguel Abreu, e uma formação live para concertos que se estreará na edição deste ano do festival Out Jazz, a 21 de Junho, com uma apresentação no Parque Tejo.

“Ritinha” e “Djó Djó” são dois re-edits que transformam dois clássicos de Angola e de Cabo verde para os sound system globais do presente. O design das rodelas de vinil, a cargo de Paulo Couto, sampla igualmente o grafismo de etiquetas clássicas da música africana da esfera da lusofonia – a Rebita e a Morabeza. Rui Miguel Abreu contextualiza, em inglês, esta nova rodela de vinil de Rocky Marsiano que a partir de hoje se encontra disponível para pré-compra no Bandcamp:


The art of the Dj has always been about providing a new context for the music: a german electronic track being played for b-boys in the Bronx or a lush Philadelphia string driven disco tune enhanced by a drum machine and causing havoc on the dancefloor of the Warehouse in Chicago – these are statements made by djs who liked to say that music knows no borders, both in terms of time and space. That’s the art of Rocky Marsiano too, a veteran portuguese DJ, with an extensive resume – behind the decks, grabbing a mike or handling the mpc. Rocky has travelled a lot through music: to New Orleans, to Brazil, to New York and Philly and beyond. His latest project, Meu Kamba, was an lp filled with african grooves from former portuguese colonies. It was an exercise built on memory and identity, but also with eyes and ears firmly planted in the future. Africa is part of our musical DNA he defended through his productions, sampling heavily from angolan, cape verdean and mozambican vinyl. Now, he presents two re-edits that point to Angola and Cape Verde, to semba and funaná, and offer a new present to the dancefloor. Once again, like Frankie Knuckles did in Chicago, the TR 909 works as the glue that holds everything together, bringing these old grooves up to date, providing them with a new context and, more importantly, keeping the music alive with new audiences, new dancefllors, new dancers. The art of the dj is also the art of keeping time, of playing the right tune at the exact moment. And the time of “Ritinha” and “Djó Djó” is now!”

ReB Team

ReB Team

Facebook.com/rimasebatidas
Twitter: @rimasebatidas
Instagram: @rimasebatidas
SoundCloud.com/rimasebatidas
YouTube.com/c/rimasebatidas
Mixcloud.com/rimasebatidas
ReB Team