Pierre Kwenders: “A música é a forma de nos ligarmos”
[ENTREVISTA] Alexandra Oliveira Matos [VÍDEO] Luis Almeida [FOTO] Direitos Reservados
Falhámos, Pierre, desculpa! Depois de um dia cheio de concertos do universo Rimas e Batidas e com tanto para escrever acabámos por não assistir ao concerto de Pierre Kwenders, que subia ao palco Sommersby apenas às 02h50 do segundo dia de Super Bock Super Rock. Acreditamos e desejamos que tenha sido um primeiro grande concerto em território nacional do músico congolês que adora Portugal. Quem já ouviu “Capuca” dos Throes & The Shine ou viu o episódio de Club Atlas de Branko no Canadá sabe que a história de José Louis Modabi se escreve também em português.
Não é, no entanto, a primeira vez que temos a oportunidade de conversar com Pierre Kwenders. Com MAKANDA at the End of Space, The Beginning of Time na bagagem desde 2017, o artista que canta em quatro línguas quer trazer ao mundo “amor e alegria”. “A música é a forma de nos ligarmos, partilharmos o amor e mostrar que há mais que podemos fazer juntos”, assegura.
Alexandra Oliveira Matos
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