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Texto: ReB Team
Fotografia: Direitos Reservados

Space Funk - Afro Futurist Electro Funk In Space 1976-84 recupera pérolas dos primórdios da cena electro, que ajudaram a moldar as estruturas da música electrónica de dança.

O funk vai até ao espaço na mais recente compilação da Soul Jazz Records

Texto: ReB Team
Fotografia: Direitos Reservados
Foi no final do mês de Novembro que saiu a mais recente compilação da Soul Jazz RecordsSpace Funk – Afro Futurist Electro Funk In Space 1976-84 recupera algumas das pérolas mais escondidas dos primórdios da cena electro e está disponível nos formatos digital, CD e duplo LP. Ainda na ressaca das conquistas espaciais da NASA e influenciados por todas as correntes artísticas que exploraram os feitos do homem nesse registo — do cinema à banda desenhada orientada para a ficção científica — músicos afro e latino-americanos despediram-se do lado mais orgânico do funk e partiram à descoberta do groove que residia dentro dos sintetizadores, caixas de ritmos, computadores e, claro, os vocoders e as talk boxes que atribuíam instantaneamente o rótulo alienígena a qualquer tipo de fraseado. Como é hábito nas suas edições, a editora londrina foi à procura dos exemplos menos óbvios que ajudaram a cimentar a cena electro, o género que fez a ponte entre o funk/disco e a música de dança electrónica que hoje conhecemos, como o hip hop, o house ou o techno. Nos 15 temas que compõem este Space Funk – Afro Futurist Electro Funk In Space 1976-84 podemos viajar nas naves de gente como Rodney Stepp, teclista, compositor e produtor que chegou a acompanhar Michael Jackson ao vivo, mas também Osé, pioneiro da cena bass de Miami, ou Jamie Jupitor, que viu o seu “Computer Power” ser reutilizado mais tarde pelo também “astronauta” Egyptian Lover.

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