Nídia, Linn da Quebrada e Wolfgang Tillmans na programação de 2019 da BoCA

[FOTO] Marta Pina

Está de regresso a BoCA – Biennial of Contemporary Arts. A segunda edição do certame divide-se por Lisboa, Porto e Braga e conta com Wolfgang Tillmans, Linn da Quebrada ou Nídia entre os principais destaques. A programação completa para os meses de Março e Abril pode ser consultada aqui.

É já hoje que a DJ e produtora que defende as cores da Príncipe Discos se apresenta nas Carpintarias de São Lázaro, na capital portuguesa — Nídia editou o aclamado Nídia É Má, Nídia É Fudida em 2017 e não tem tido mãos a medir no SoundCloud, plataforma onde partilha novas faixas com regularidade. Amanhã, 16 de Março, é a vez de Terzi — fundador da Extended Records — ditar o ritmo no Museu Dom Diogo de Sousa, em Braga.



A italiana Caterina Barbieri passeia pelos terrenos do drone, minimal e techno e tem merecido a atenção de publicações como a FACT, The Wire ou Resident Advisor. Em Outubro passado editou um um disco a meias com ELEH e aceitou o convite da BoCA para tocar em Lisboa, nas Carpintarias de São Lázaro, a 23 de Março, e no Porto, no Passos Manuel, no dia seguinte.

Nos dias 29 e 30 de Março, Yolanda Norton vai estar acompanhada por Sam Lundquist e o Coro Gospel de Lisboa, num local ainda a definir na capital, para apresentar o projecto interdisciplinar Beyoncé Mass. A sessão tem como base a obra e a vida de Beyoncé Knowles, que serve de ponto de partida para um discurso de empoderamento sobre os marginalizados e os esquecidos, focando-se nas mulheres negras.

A 12 de Abril, o fotógrafo Wolfgang Tillmans apresenta-nos uma outra sua faceta mais obscura: no Lux Frágil, o alemão veste a pele de DJ para uma actuação que mistura música pré-gravada e ao vivo, com CDJs e microfone. No dia anterior, Tillmans estará nas Carpintarias de São Lázaro à conversa com Cláudia Galhós e John Romão, director artístico da BoCA, sobre as diferentes iniciativas em que se encontra envolvido.

Depois de carimbar passagens pela Galeria Zé dos Bois e OUT.FEST, a brasileira Linn da Quebrada regressa a Portugal para uma nova apresentação de Pajubá no Lux Frágil. Nesse disco de estreia, de 2017, a compositora e artista multimédia utilizou o funk carioca para combater a transfobia e outros problemas sociais e políticos vividos no seu país.


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