MAAT abre hoje com entrada livre, música e exposições

[FOTO] Direitos Reservados

Existe em Lisboa, a partir de hoje, um novo museu. A abertura oficial do MAAT – Museu de Arte Arquitectura e Tecnologia – com cortes de fitas e palmas de convidados, aconteceu ontem à tarde e hoje, a partir das 12h, acontece a abertura ao público que vai contar com uma programação de entrada livre até à meia-noite que inclui muita música – entre concertos e DJ sets – exposições, conferências e projecções.

Além da oportunidade de ficar a conhecer, já hoje, o mais recente ex-libris da cidade, criado pela arquitecta inglesa Amanda Levete, há também a possibilidade de juntar o útil ao agradável e assistir a concertos de Nástio Mosquito, Fatima al Qadiri, Zebra Katz, Nigga Fox ou Dead Combo ou Carminho; ou então ficar a conhecer Pynchon Park, exposição de artista francesa Dominique Gonzalez-Foerster, convidada a criar uma obra em torno do tema que inaugura a programação do novo museu: Utopia/Distopia; mas também The World of Charles and Ray Eames, subordinada à vida e obra da dupla de designers, e também A Forma da Forma, uma das exposições da 4.ª Trienal de Arquitectura de Lisboa, que começa hoje também no MAAT. Será também possível ver os trabalhos do artista visual japonês Ryoji Ikeda, na exposição Supercodex; assistir à projecção de  Semiconductor, em Where Shapes Come From, à instalação C’mon, de Nuno da Luz e a Emerging Paradigm, de Haroon Mirza.



Nos concertos, há a grande curiosidade em ver o novo projecto do artista angolano Nástio Mosquito, acabado de editar o disco Gatuno Eimigrante & Pai de Família que actua às 18h com o espectáculo Respectable Thief. Às 19h é a vez de Nigga Fox subir ao mesmo palco para um DJ set; e às 20h haverá um concerto de Zebra Katz, que volta a trazer a Portugal o seu hip hop disruptivo, a querer marcar a diferença não só em termos sonoros, mas também estéticos. Às 21h, um outro regresso a Portugal – depois de ter actuado no Semibreve, em Braga, há um par de anos: o do compositor, artista sónico e visual japonês Ryoji Ikeda com Supercodex que apresenta um trabalho feito a partir de sons digitalizados, graves, que une batidas techno a modelos matemáticos por forma a criar uma experiência imersiva. A fechar as actuações acontece, a partir das 22h, o DJ set de Fatima al Qadriri. Um pouco mais fora do universo mais declarado do hip hop e da música electrónica, sublinhem-se as actuações da fadista Carminho e da dupla de Dead Combo.



Ali mesmo à beira-Tejo, o MAAT torna-se, assim, no mais recente pólo de atracção cultural e turística da capital. O museu está inserido num complexo que passa a envolver 38 mil metros quadrados na zona de Belém, num complexo que inclui a Central Tejo, remodelada no início do ano, tendo mantido a exposição permanente do património histórico industrial do Museu da Electricidade, e acrescentando espaços para a arte contemporânea.


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[FOTO]© Amanda Levete Architects (AL_A)

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