A lista do ano de Razat

[FOTO] Anita Gonçalves

Mais do que estabelecido no circuito do drum’n’bass, Baltazar Galego, natural de Lisboa que se estabeleceu nas Caldas da Rainha, tem vindo a mostrar que consegue jogar em todas as áreas da electrónica e hip hop. Peça fundamental no álbum de estreia de L-ALI — também já assinou instrumentais para Scorp, Karlon ou Tom –, é no SoundCloud que Razat dita a sua lei — o faroeste das linhas de baixo, carregados de sintetizadores digitais e pinceladas de glitch completamente anárquicas, fazem as delícias dos seus milhares de seguidores que lhe inundam a linha de comentários que acompanha as faixas colocadas na plataforma.

Da Zona Centro para o mundo: Razat é, a par de Holly, DJ Ride e Stereossauro, parte da nata da produção nacional que vai demonstrando que existe uma fonte inesgotável de boa música a ser feita nas Caldas da Rainha. Há dois anos, o produtor fundou a Crate Records, uma editora que está a apostar forte nas tendências digitais mais alternativas. Para o futuro, o artista aponta a uma nova meta: seguir as pegadas de Ride e Holly e editar pela emblemática Saturate Records.

 


[MELHOR ARTISTA NACIONAL] Phoenix RDC

O homem é fodido, isso já sabíamos, mas este ano ele encarou mesmo! Menções honrosas para o Slow J e o Gson.

 


[MELHOR ARTISTA INTERNACIONAL] BROCKHAMPTON

Não é um solo act: são um grupo, mas é a cena mais fresca que ouvi este ano.

 


[MELHOR PRODUTOR NACIONAL] Holly

Epá… Não há pai para o puto!

 


[MELHOR PRODUTOR INTERNACIONAL] Tsuruda

Desconhecido do público português. É um produtor que conseguiu definir as tendências da produção de beats para o futuro, para não falar que lançou um álbum excelente pela Division Records.

 


[MELHOR FAIXA NACIONAL] “Papo Recto 2” de Phoenix RDC

É o som tuga que mais se ouviu no meu estúdio.

 


[MELHOR FAIXA INTERNACIONAL] “The Story of O.J.” de Jay-Z

Simplesmente incrível.

 


[MELHOR DISCO NACIONAL] Pruridades de Ângela Polícia / UMPORUM de Scorp c/ Stereossauro

Vou ter que nomear dois. Vão dizer que não estou a ser imparcial, mas é verdade. Pruridades tem o som para os mais aventureiros, e eu como sou desses tinha de o nomear como a cena mais fresh e o artista mais prometedor! Quanto ao UMPORUM, people ‘tá a dormir se curte rap e não sentiu este álbum. É um instant classic!

 


Jay-Z // 4:44

[MELHOR DISCO INTERNACIONAL] 4:44 de Jay-Z

Uma verdadeira obra de arte! Big up, Jay-Z!”

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