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A lista do ano de Mishlawi

[FOTO] Daniela K. Monteiro

Quantos artistas se podem gabar de terem actuado no palco principal do MEO Sudoeste com apenas duas mãos-cheias de singles? Não pensem muito: o nome que está na ponta da vossa língua é Mishlawi. Em 2017, o artista norte-americano lançou “turn back”, “what’s happening”, “ignore” e “afterthought”, faixas em que utiliza as linguagens rap e R&B para definir uma identidade cada vez mais vincada.

Atento aos criadores musicais que estão na linha da frente em Portugal e Estados Unidos da América, o músico da Bridgetown colocou Slow J, Prodlem, SZA ou Kehlani nas suas escolhas deste ano.


[MELHOR ARTISTA NACIONAL] Slow J

Na minha opinião, teve um ano incrível. Cresceu muito no panorama nacional de uma forma honesta e original.

 


[MELHOR ARTISTA INTERNACIONAL] SZA

O álbum dela surpreendeu-me muito e, como sou grande fã de R&B, inspirou-me muito.

 


[MELHOR PRODUTOR NACIONAL] Prodlem / Lhast

Pelo trabalho e sucesso que tem na Internet e o conhecimento que tem sobre hip-hop e R&B moderno, acho o Prodlem um dos melhores produtores nacionais. O Lhast, como é óbvio, é um dos melhores produtores em Portugal pelos hits nacionais que teve e também pelo trabalho que fez na mixtape do Richie.


[MELHOR PRODUTOR INTERNACIONAL] Metro Boomin

Dos produtores mais consistentes actualmente em termos de hits de hip hop. Também gosto muito da maneira como o Metro Boomin faz o marketing do trabalho e da imagem dele.


[MELHOR FAIXA NACIONAL] “Heaven” de Richie Campbell

Para mim, a melhor faixa nacional este ano. Não só pela música em si, mas pela versatilidade que o Richie mostrou ao voltar para o dancehall depois de muitos anos de reggae.


[MELHOR FAIXA INTERNACIONAL] “Honey” de Kehlani

Sempre fui um grande fã do trabalho dela, mas gostei mesmo da maneira como ela conseguiu escrever mais um hit com uma produção acústica muito básica, mas songwriting excelente.


[MELHOR DISCO NACIONAL] Lisboa de Richie Campbell

Um grande projecto com uma sonoridade com que eu me identifico muito.


[MELHOR DISCO INTERNACIONAL] Paranoia: A True Story de Dave East

Um artista que ando a curtir muito e que, para mim, está sempre a surpreender e a mandar músicas e mixtapes com classe e sonoridade de Nova Iorque.

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