A lista do ano de Colónia Calúnia

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O colectivo Colónia Calúnia surgiu este ano de forma natural: a forte ligação entre os artistas envolvidos acabou por vincar ainda mais o facto de haver um conjunto de pessoas dispostas a trabalhar de mãos dadas em prol de um bem comum. Criar tendências, explorar caminhos novos e mostrar um catálogo sólido são algumas das apostas desta crew que quer conquistar um lugar nas malhas da web.

A estreia do novo selo deu-se com a edição do primeiro álbum vindo da parceria entre Vulto. e L-ALI. Depois de Café, apresentaram-se os produtores em jeito de AJUNTAMENTO, lançando também SEMINÁRIO e STEREOTIQUES para encerrar o capitulo das edições de 2016, apontando agora as baterias para um 2017 ainda mais bruto.

A convite do Rimas e Batidas, o colectivo juntou-se para debater alguns dos pontos altos do ano que está prestes a acabar, dando origem a uma lista com um vasto leque de opções, bem como alguns nomes mais consensuais dentro das preferências dos intervenientes.

 


[MELHOR ARTISTA NACIONAL] Mike El Nite

Por todas as razões já referidas e porque depois de teres uma conversa com ele perceberes que é um dude cheio de drive e objectivos específicos com um plano muito bem traçado. Um bem haja também à coerência apresentada e à qualidade genérica presentes no álbum.” – VULTO.

“Álbum lançado com muito sample nacional. Clip do ano, live show mais completo da tuga. Mike El Nitido não vacila.” – L-ALI

 


[MELHOR ARTISTA INTERNACIONAL] James Blake

“Mais uma vez conseguiu apresentar um álbum flawless. Não o meu favorito dele, mas nitidamente não baixou a barra da qualidade e originalidade.” – VULTO.

Skepta

“Muitos anos de grime e finalmente teve o reconhecimento que merecia. Não que ache que tudo o que ele faz é uma masterpiece mas quando acerta é hit certo.“ – L-ALI

Nicolas Jaar 

“Com a rádio misteriosa other-people.network, apresentou-nos uma obra de arte. Produções musicais exclusivas com sonoridades menos habituais. A interface do site e o artwork marcam a diferença.“ – Bruno Ribeiro

 


[MELHOR PRODUTOR NACIONAL] Dwarf

Apesar de a minha onda nunca ter sido este tipo de produções e sonoridades, foi uma grande surpresa ver que no álbum do Mike El Nite o esforço e o mérito são realmente divididos. Grande anãozinho!” – VULTO.

Vulto. 

“Sim, é suspeito. Mas vejam a quantidade de trabalhos postos cá fora com o nome dele metido ao barulho, tanto este ano como o anterior. E não há quem assine um beat como esse senhor, ouves e sabes que é dele.” – L-ALI

“Um trabalho de grande qualidade e de busca pela diferença. Recebemos mais de 7 presentes em formato de álbuns e EPs.“ – Bruno Ribeiro

 


[MELHOR PRODUTOR INTERNACIONAL] Paul White

Simplesmente pelo trabalho apresentado no álbum do Danny Brown.” – VULTO.

James Blake

“Sim…. Lançou um álbum animalesco… teve a simbiose perfeita com o Vince Staples, voltou a colaborar com Trim neste ultimo álbum e os resultados falam por si. “ – L-ALI

Dimlite

“Dimlite assinou como Dim Grimm no EP Perlissop, onde as texturas sonoras se fazem sentir.” – Bruno Ribeiro

 


[MELHOR FAIXA INTERNACIONAL] “White Lines” por Danny Brown

“Avez Paul White. Avez Danny Brown.” – VULTO.

“before i lied” por Trim

“A faixa fala por si. Voltou com um álbum que estou a digerir há 2 meses e só vou nas entradas.” – L-ALI

Mick Jenkins ft. BADBADNOTGOOD – “Drowning”

“Uma entrega e um liricismo incríveis. Sem esquecer o grande mérito de BadBadNotGod.” – Bruno Ribeiro

 


[MELHOR FAIXA NACIONAL] “Cobras e Ratazanas” por Holly Hood

Efectivamente é irrepreensível. A todos os níveis.” – VULTO.

“É um ”Jardel”, produção bem jogalhada, e o Holly Hood rasgou-a bem. Um comeback fortíssimo.“ – L-ALI

“Brightly Night” por Sensei D. feat. Nerve, João Tamura & Noiserv

“Três vozes que assombram.” – Bruno Ribeiro

 


[MELHOR DISCO NACIONAL] 17X & 9J por VULTO. e Jota

Desde aos beats ao rasganço lírico.” – L-ALI

SEMINÁRIO por Colónia Calúnia

“Ouvir de trás para a frente da frente para frente, cair para trás. Ouvir.” – Bruno Ribeiro

 


[MELHOR DISCO INTERNACIONAL] 1-800 Dinosaur Presents Trim por TRIM

“Álbum de rap mais fixe do ano. Das cenas mais inovadoras, originais e ainda assim consistente como se de um clássico se tratasse. Tudo aquilo que eu procuro num álbum. 10/10.” – VULTO.

Atrocity Exhibition por Danny Brown

“Não, não é suposto ser fácil . Também não é isso que procuro num álbum hoje em dia. Desde o ‘Really Doe’, feats gigantes (com o melhor verso de 2016 do Earl, na minha opinião) ao ‘Tell Me What I Dont Know’ em que se vê uma face bem diferente do danny brown , mas que cola perfeitamente.” – L-ALI

LIFE WHEN YOU’RE THE MOVIE por Sean Leon

“Já esperava há muito algo novo de Sean Leon. Este ano com o projecto LIFE WHEN YOU’RE THE MOVIE e Black Sheep Nirvana, projectos que, para mim, ainda não têm o peso que merecem, mas que vão dar que falar.” – Bruno Ribeiro

ReB Team

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