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Texto: ReB Team
Fotografia: Filipe Furtado
Publicado a: 07/04/2026

Palco para a criação musical contemporânea e as suas zonas mais exploratórias.

Festival Profound Whatever regressa ao Fundão com três dias de criação livre em Maio

Texto: ReB Team
Fotografia: Filipe Furtado
Publicado a: 07/04/2026

O Festival Profound Whatever regressa ao Fundão entre 14 e 16 de Maio para a sua 5ª edição, voltando a ocupar A Moagem – Cidade do Engenho e das Artes com um programa dedicado à criação musical contemporânea e às suas zonas mais exploratórias.

A Profound Whatever é uma editora e colectivo de artistas que parece existir numa lógica própria, apresentando-se como um laboratório interessado em experimentar com o desconhecido e o improvável, um espírito que se manifesta igualmente no seu festival. Nesse certame laboratorial estarão envolvidos, ao todo, 53 músicos distribuídos por 19 concertos, num programa que atravessa improvisação, composição, electrónica e vários pontos intermédios difíceis de catalogar.

Ligado a um coletivo que cresceu de forma orgânica ao longo dos anos, o festival tem sido também reflexo dessa mesma lógica: comunidade antes de formato, afinidade antes de rótulo. Como os próprios já assumiram numa entrevista ao Rimas e Batidas, a abordagem passa muito por fazer acontecer sem grandes filtros: “Nós fazemos o que nos apetece”, explicaram, em jeito de manifesto.

A edição deste ano arranca com “Doze formas de cair”, uma leitura musical a partir da pintura “Doze Provérbios”, de Pieter Bruegel, apontando desde logo para uma programação que não se esgota no som e que procura constantemente diálogo com outras linguagens.



[PROGRAMAÇÃO COMPLETA]

14 de Maio [quinta-feira]
21h00 | Coletivo Profound Whatever “Doze formas de cair”
Catarina Silva (trompa), Gabriel Neves (guitarra oitava), Gonçalo Alves (bateria), Jesuíno Simões (contrabaixo), Nuno Jesus (guitarra), Nuno Santos Dias (piano) e Vasco Fazendeiro (percussão), sob a condução de Gonçalo Baptista, interpretam musicalmente a pintura “Doze Provérbios” de Pieter Bruegel.
22h00 | Trio AVC
João Almeida (trompete e eletrónica), Duarte Ventura (vibrafone e eletrónica) e António Carvalho (bateria)
22h45 | Quarteto Nó
23h30 | Camisola Preta “Leiria Existe, mas só um Bocadinho”

15 de Maio [sexta-feira]
21h00 | Made of Bones com José Lencastre e Luís Vicente
22h00 | Matthieu Ehrlacher “Blow my mind until the light becomes Sound”
22h45 | Água em Estado Sólido
23h30 | Gold Mother

16 de Maio [sábado]
14h30 | Toupeira Guilhotina
15h00 | Miguel Calhaz
16h00 | Mané Fernandes
16h30 | Júlia Miranda e Maria da Rocha “A fonte das corujas”
17h30 | João Valinho, Marcelo dos Reis, Luís Vicente, João Lucas, João Mortágua, Luís Rocha
18h30 | Belaflor
21h00 | Valhacouto Ensemble “Ainda cantam as aves pela maré cheia”
João Clemente (composição e guitarra) sobe a palco acompanhado por Bruno Ramos (narração), Duarte Fonseca (bateria), Gonçalo Alves (bateria), João Mortágua (saxofone), José Lencastre (saxofone), Nuno Jesus (baixo), Nuno Santos Dias (waldorf) e Vasco Fazendeiro (percussão)
22h00 | Novelo Vago
22h45 | Pedro Melo Alves e Mariana Dionísio
23h30 | Barbara Togander, Clara Lai e João Valinho
00h15 | ETKAR

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