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Texto: ReB Team
Fotografia: Direitos Reservados

O evento digital “reúne debates utópicos e shows impossíveis destacando grupos sociais oprimidos".

Exposição de beats, concertos e debates na primeira edição do Festival Decolonial de Rap

Texto: ReB Team
Fotografia: Direitos Reservados

É já amanhã que arranca o Festival Decolonial de Rap: Espaço Lusófono?, que durante cinco dias invade o YouTube com debates, showcases e um projecto de cyphers que conta com a participação de 180 artistas provenientes de 27 países diferentes.

O evento é uma criação da Barras Maning Arretadas, plataforma que nasce de um esforço conjunto entre criativos do nordeste do Brasil e do interior de Moçambique. Usando o rap como forma de expressão, o festival vai dar voz a artistas oriundos de estratos sociais minoritários ou oprimidos, servindo de palco virtual para um movimento de intervenção social que pretende unir a lusofonia (e não só).

Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Cabo Verde ou Guiné-Bissau são alguns dos vários países representados nesta nova iniciativa. Entre nomes já consagrados, MCs e beatmakers emergentes e académicos, a lista de participantes é composta por artistas como Luaty Beirão, Chullage, Capicua, Vinicius Terra, MCK, Eva Rapdiva, Máry M., Visco, Xandy MC, Muleca XIII ou Ruze.

Nas talks agendadas para a edição inaugural do festival, que termina no dia 2 de Agosto e tem transmissão integral no YouTube, vai-se debater sobre o feminismo no rap, o movimento hip hop da lusofonia e a ligação entre a arte urbana e os espaços académicos. As prestações ao vivo vão desde showcases a solo a cyphers e sessões de slam poetry e open mic.

A programação completa pode ser consultada aqui.


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