A programação de 2026 do Café Curto alinha-se com a celebração dos 10 anos do Convento São Francisco, em Coimbra, e conta com mais de quatro dezenas de sessões.
Após o arranque a 13 de Janeiro com Joana Guerra e Miguel Gouveia, o cartaz prossegue com muitas propostas até Dezembro. Os concertos do Café Curto, que apresenta artistas e projectos individuais, incluem atuações como a de Puçanga a 3 de Fevereiro, Jhon Douglas a 17 de Fevereiro, LIBRA a 17 de Março, Esteves Sem Metafísica a 21 de Abril (no âmbito do Festival Santos da Casa), Dela Marmy a 8 de Setembro, ou Catarina Branco a 3 de Novembro. Em paralelo, o ciclo mantém o formato experimental do Café Duplo, que apresenta mensalmente o resultado de residências artísticas: neste eixo destacam-se as sessões de Afonso Cabral e CAIO a 24 de Fevereiro, Margarida Campelo e Wolf Manhattan a 31 de Março, Bernardo Moreira e Gil Dionísio a 28 de Abril, Maria Roque e Estela Alexandre a 26 de Maio, e Rita Silva e Pedro Melo Alves a 24 de Novembro.
Com curadoria da Blue House e financiamento por parte da Câmara Municipal de Coimbra, a programação deste ano do Café Curto liga-se a mais três iniciativas: podem contar com uma nova parceria com o Festival Emergente, que trará ao palco cinco artistas seleccionados através de uma open call nacional; o aprofundamento da colaboração com o Curso Profissional de Jazz da EACMC, com cinco apresentações resultantes de um estágio e residência artística no estúdio da Blue House, onde os alunos trabalham temas originais acompanhados por um artista convidado; e também o apoio ao MIC (Música Independente de Coimbra), cujas candidaturas decorrem até ao final deste mês, oferecendo depois aos cinco projectos seleccionados um programa de mentoria intensiva que inclui apoio na criação e a colaboração com entidades formativas nas áreas de design, fotografia, vídeo e comunicação.