Máximo lançou esta noite um novo single, “Cantiga Bailada”, que se situa na fronteira entre a tradição portuguesa e a composição de vanguarda.
O tema chega pouco mais de um ano após PANGEA, um belo exercício de fusão entre jazz e neo-clássica que viu o seu tema-título escolhido como hino oficial de Portugal para a Expo 2025 em Osaka, no Japão. Em “Cantiga Bailada”, o artista de 22 anos encontra-se com uma canção que faz parte do folclore nacional, partindo de uma gravação das vozes das Adufeiras do Castelo de Idanha-a-Nova, património vivo do concelho, e transformando essa matéria-prima ancestral numa viagem sonora audaciosamente contemporânea, com laivos de rock progressivo.
Esta mais recente faixa marca o início de um novo capítulo criativo na vida do músico, que se encontra neste momento a preparar o seu terceiro álbum para uma possível edição lá mais para o final deste ano — antes de PANGEA, Máximo tinha estreado a sua discografia com Greatest Hits em 2023. “Cantiga Bailada” foi apresentada pela primeira vez ao vivo no concerto de abertura do último Boom Festival e segue o caminho de revisitação do património sonoro português iniciado em “Verdes Anos”, uma nova roupagem que o artista deu ao clássico de Carlos Paredes já no final de 2025.