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Texto: ReB Team
Fotografia: Pedro Leote

O tema foi estreado na edição do ano passado do ModaLisboa.

Branko, Conan Osiris e Ana Moura dão as boas-vindas a 2020 com música nova

Texto: ReB Team
Fotografia: Pedro Leote
Branko, Conan Osiris e Ana Moura acabam de lançar “Vinte Vinte”. O single é editado pela Enchufada e é a primeira colaboração do trio (que se transforma em quarteto se falarmos na produção adicional de PEDRO). A história da canção é a seguinte: o estilista Luís Carvalho convidou a fadista para criar uma canção para encerrar o desfile da edição de 2019 do ModaLisboa; o produtor lisboeta e o “o rapaz do futuro” entraram no desafio a convite da cantora, “fechando-se no estúdio durante uma tarde inspirada para criar esta ode à nova década que se avizinha” e uma celebração dos “ritmos da música tradicional portuguesa, revisitando os padrões rítmicos da chula que são actualizados e trazidos para 2020”. Em declarações ao Rimas e Batidas, Ana Moura não escondeu a sua satisfação com a construção desta ponte entre os três mundos: “Participar neste tema foi uma surpresa feliz que a vida me reservou. O Branko e o Tiago/Conan são pessoas e artistas muito diferentes, mas representam muito bem a nova realidade da música portuguesa e da cultura lisboeta. Praticam ambos música cosmopolita, actual e que reflecte o cariz cada vez mais mestiço, universalista, experimental e inclusivo da música portuguesa. Esta experiência converteu-se também num diálogo de experiências e identidades musicais muito diversas. Isso acabou por ser especialmente interessante para mim. Foi um percurso enriquecedor e construído naquele que é o ingrediente mais importante de qualquer colaboração, que é a partilha.” Depois de mostrar o que valia a solo nos últimos anos, o autor de Adoro Bolos entra no ano novo com duas estreias. A primeira é a autoria de uma letra para outrem. “Por acaso foi bué mais fácil do que eu ‘tava à espera, mas acho que também tem a ver com o facto de eu conhecer a Ana cada vez melhor e saber que ela também ’tá aberta a outras abordagens, outras perspectivas, outras cenas. E não ter medo de escrever confortavelmente para ela. Foi uma coisa que saiu super fluída”, explicou ao ReB. A segunda é a oportunidade de ouvi-lo a cantar num instrumental que não foi criado por si: “Ya, é a primeira vez que estou a entrar numa música que não fui eu que produzi at all e é tipo… até é confortável. É a mesma coisa do que te convidarem para lanchar em casa de uma pessoa. Tu acabas por comer coisas que não comerias na tua própria casa e não és tão esquisitinho também. Ficas mais humilde. Vou fazer a minha parte, mas não me vou meter na cozinha da pessoa, né. Isso também é fixe — ‘tares mais relaxado nesse sentido.”

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