O Bons Sons divulgou ontem a programação da sua 13.ª edição, que se realiza de 6 a 9 de Agosto em Cem Soldos, Tomar, e assinala as duas décadas de existência do festival. Os passes de quatro dias com campismo incluído estão disponíveis nas fases finais por 60€ e 70€, e os bilhetes diários custam 35€ — à venda aqui.
A edição comemorativa alarga o perímetro do recinto, levando alguns concertos para fora do núcleo central da aldeia, e apresenta uma imagem gráfica que evoca a ideia de “brisa e som” — movimentos fortes mas flexíveis, capazes de resistir às adversidades. O Palco Carlos Paredes, dentro da Igreja de S. Sebastião, estará ausente devido a obras há muito aguardadas na cobertura, financiadas também por donativos do público em edições anteriores. O certame mantém ainda as parcerias com a associação 30PORUMALINHA, para descoberta da biodiversidade local, e com o Materiais Diversos para espetáculos de dança ao ar livre.
Entre as dezenas de atuações confirmadas, destacam-se Cacique’97, Miss Universo, xauxau dodô, Luca Argel, YAKUZA, Lavoisier + Coro Polifónico da Pedreira, Máximo, Xullaji, Mães Solteiras, Fidju Kitxora, MXGPU, Rossana, Marquise, La Família Gitana, O Mau Olhado, Romeu Bairos, Pedro da Linha e Calcutá. A programação distribui-se por palcos que homenageiam figuras como Fernando Lopes-Graça, Amália Rodrigues, António Variações e Rosa Ramalho, com propostas que vão da música de raiz tradicional ao hip hop, passando por eletrónica e punk. O Auditório Agostinho da Silva acolhe cinema em parceria com o Curtas em Flagrante e espetáculos para famílias, enquanto o projeto “Estúdio de Vídeo de Cem Soldos” apresenta uma exposição com criações audiovisuais das crianças da aldeia.