A 28 de Fevereiro, o compositor e contrabaixista André Carvalho leva até ao palco do BOTA, em Lisboa, o seu novo álbum, Of Fragility and Impermanence, editado em Novembro. Este é um disco que parte de uma “reflexão profunda”, como se pode ler no comunicado de imprensa enviado ao Rimas e Batidas, “sobre fragilidade, perda, memória e transformação”, sendo cada tema uma “meditação autónoma”. Em Dezembro passado, a obra foi dissecada por cá pelo próprio autor numa entrevista concedida a Rui Miguel Abreu.
André Carvalho apresenta-se em formato de quinteto, fazendo-se acompanhar por José Soares (saxofone), Raquel Reis (violoncelo), José Diogo Martins (piano) e João Hasselberg (electrónica). Num equilíbrio entre a composição que está escrita e o espírito do improviso, antevê-se uma performance íntima na acolhedora sala da BOTA.
O músico português apresenta depois Of Fragility and Impermanence no Cine-Teatro João Mota, em Sesimbra, a 26 de Março, num concerto antecedido por uma masterclass; na Igreja da Misericórdia — Templo da Música, em Tomar, a 30 de Abril; no Seia Jazz and Blues Fest, a 22 de Maio; na Tasca das Artes, novamente em Lisboa, a 17 de Junho; e no Teatro Municipal de Bragança a 18 de Junho.