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Fotografia: Direitos Reservados

Electronic Voyages: Early Moog Recordings 1964-1969 sai no dia 14 de Junho.

O legado de Bob Moog vai ser celebrado com documentário e disco

Fotografia: Direitos Reservados

Escrevíamos recentemente sobre como As Flores do Mal de Baudelaire chegaram ao mundo musical, ainda antes de Suzanne Ciani com o seu sintetizador Buchla, pela mão de Ruth White com o seu Moog. O criador deste instrumento modular, Bob Moog, poderá ser visto à lupa documental em Electronic Voyager; o seu impacto far-se-á ouvir em Electronic Voyages: Early Moog Recordings 1964-1969, que reúne oito peças musicais gravadas em Moogs por nomes como White, Herbert Deutsch e Max Brand.

“O facto de que [estes artistas] tão rapidamente encontraram dentro deles expressividade, coração e um meio de traduzir o seu sentido maravilhoso de descoberta, diz respeito à invenção visionária e ao continuado legado de Bob Moog”, lê-se em comunicado. Flutuando do avant garde até à pop tingida de psicadelismo, o disco pretende devolver a centralidade a um sintetizador icónico que mudou o jogo da electrónica.



Está programada para dia 14 de Junho uma edição limitada em vinil, enquanto o documentário aguarda fundos para sair da pós-produção — e há um pequeno número de cópias em vinil branco para quem apoiar o filme no Indiegogo.

A âncora da história? É a filha do sujeito à frente da câmara, Michelle Moog-Koussa, que orienta uma jornada pela América do Norte e da Europa para recriar a história e conhecer amigos de Moog, como Gary Numan, Bernie Worrell, dos Parliament e dos Funkadelic, e Jean-Michel Jarre.

A âncora de Electronic Voyages? A pura força do Moog.


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