A lista do ano de Nave Mãe

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A 1980 comemorou este ano o seu quarto aniversário. A editora fundada por Nave Mãe e Tugalife tem dado a conhecer o que de melhor se vai produzindo abaixo do solo e dentro do amplo espectro da música electrónica que vai do techno mais paisagístico ao hip hop puramente experimental.

2018 tem sido um ano para mais tarde recordar: Nave Mãe pode gabar-se de ter tido o álbum de estreia de David Bruno no seu catálogo, um dos discos mais bem conseguidos por um produtor a solo nos últimos anos. Houve espaço também para o terceiro volume da compilação Lyfers, que desta vez contou com contribuições de PZ, MMMOOONNNOOO, Rastronaut ou Caroline Lethô.

Destaque também para o dia 24 de Maio, que levou a 1980 a celebrar os seus quatro anos de vida num espaço tão emblemático da cena club portuguesa como é o Lux Frágil.

 


[MELHOR ARTISTA NACIONAL] HHY & The Macumbas

“Tiveram um disco que foi unânime este ano, conseguiram levá-lo a vários palcos importantes e também tiveram uma presença em todas as publicações internacionais da especialidade. Mais do que merecido.”

 


[MELHOR ARTISTA INTERNACIONAL] Zuli

“Foi uma agradável surpresa quando vi o live dele este ano no Damas, passado uns meses lançou o disco de estreia — Terminal pela UIQ. Excepcional. E é um dos principais responsáveis pela cena electrónica do Cairo.”

 


[MELHORES PRODUTORES NACIONAIS] dB, VULTO., Silvestre e Hai

“Este quatro produtores estiveram em grande evidência para mim este ano, mas o que se destacou foi o dB, por ter tido um disco a solo muito forte que o levou de norte a sul do país e pela direcção artística no disco dos Corona.”

 


[MELHOR PRODUTOR INTERNACIONAL] Ploy

“Lançou temas por duas das minhas editoras preferidas do momento (Timedance e Hessle Audio) e outras tantas remisturas.”

 


[MELHOR FAIXA NACIONAL] “Sendo Assim” de Sam The Kid

“Faixa que marcou o regresso de um dos maiores escritores da nossa geração.”

 


[MELHOR FAIXA INTERNACIONAL] “Ramos” de Ploy

“Selo de qualidade Ploy. Tema incrível.”

 


[MELHORES DISCOS NACIONAIS] Último Tango em Mafamude de David Bruno, Santa Rita Lifestyle de Conjunto Corona, LISTA DE REPRODUÇÃO de COLÓNIA CALÚNIA, Beheaded Totem de HHY & The Macumbas e OOOO de Jibóia

“Este foram os discos que me encheram as medidas este ano e ao destacar algum seria o LISTA DE REPRODUÇÃO, do L-ALI e VULTO. por COLÓNIA CALÚNIA, porque os dois me fazem lembrar aquele duo dinâmico que existiu em tempos — Kiko e Martinez.”

 


[MELHORES DISCOS INTERNACIONAIS] Devotion de Tirzah, Terminal de Zuli e Soil de Serpentwithfeet

“Este três discos foram os que mais me chamaram atenção este ano, mas se tivesse que escolher um seria o Terminal, do Zuli, pelo número de vezes que me fez carregar no play.”

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